15/11/11

A crítica e a sátira social voltam ao Theatro Circo


AUTO DA BARCA DO INFERNO


“Auto da Barca do Inferno”, a alegoria dramática de Gil Vicente que apesar de escrita no século XVI continua actual, volta à Sala Principal do Theatro Circo de 22 a 25 de Novembro. A produção da Companhia de Teatro de Braga, encenada por Rui Madeira, cumpre carreira com apresentações dirigidas ao público escolar (mediante marcação), de 22 a 24, às 11h e às 15 e dia 25, às 15h; e também sessões nocturnas abertas ao público em geral, nos dias 23 e 25, às 21h30. A soirée do dia 23 de Novembro integra as XIV Jornadas de Engenharia Biológica que se realizam na Universidade do Minho, em Braga, organizadas pelo Núcleo de Estudos de Engenharia Biológica.

“Auto da Barca do Inferno” é um espectáculo sobre a nossa memória identitária, uma revisão da CTB em demanda da modernidade sobre o texto Vicentino e o prazer do jogo teatral.

A peça, disponível para digressão, tem encenação e espaço cénico de Rui Madeira; conta com a interpretação de Alexandre Sá, André Laires, Carlos Feio, Jaime Soares, Rogério Boane, Solange Sá e Thamara Thais; os figurinos são de Sílvia Alves; o desenho de luz de Fred Rompante e o desenho de som de Pedro Pinto.

Bilhetes: 10€ | 5€ (estudantes, reformados e protocolos) | 4€ (grupos - mínimo de 10 pessoas)|
M/6

08/11/11

Para ver...

Dias 8 e 9 de Novembro - 21h30
Theatro Circo

ÚLTIMO ACTO  
 
Bilhetes: 10€ | 5€ (estudantes, reformados e protocolos)
M/16

24/10/11

Último Acto em digressão em Portugal e no Brasil



A CTB – Companhia de Teatro de Braga apresenta o espectáculo “Último Acto” na Covilhã, em Braga e com o mesmo parte para o estado de São Paulo, no Brasil.

O espectáculo de Anna Langhoff, Alexej Schipenko e Rui Madeira estará em digressão durante o mês de Novembro. No âmbito do Festival de Teatro da Covilhã 2011, o Teatro das Beiras recebe o espectáculo no dia 4 (21h30), ao qual se segue a reposição em Braga, no Pequeno Auditório do Theatro Circo, nos dias 8 e 9 (21h30), espaço onde o remake estreou em Janeiro passado – recorde-se que “Último Acto” foi inicialmente apresentado em 2006 e reconstruído num novo espectáculo.

Com este espectáculo a CTB participa também, em mais uma edição do “Circuito de Teatro (em) Português”, projecto de intercâmbio Brasil – Portugal e países de Língua Portuguesa, que se realiza em São Paulo, de 7 a 20 de Novembro, numa organização Grupo Dragão7 e Cooperativa Cultural Brasileira. Teatro Municipal de São Carlos (dia 12), Teatro Zanoni Ferriti (dia 13) e Teatro Lauro Gomes, em São Bernardo do Campo (dia 15) são os espaços onde a peça será apresentada.

“Último Acto” é composto pelo texto homónimo de Anna Langhoff e pelo texto “A Arte do Futuro” de Alexej Schipenko e apresenta-nos um retrato cruel e cómico sobre as relações de poder no teatro, um olhar descarnado sobre as práticas e a cultura teatrais, onde o público é parte implicada e assume o papel de actor da história. Com Carlos Feio, Solange Sá, Rogério Boane, André Laires, Frederico Bustorff Madeira e Vicente Magalhães no elenco, a peça tem tradução de Helena Guimarães e Regina Guimarães, desenho de luz Fred Rompante, ambiente sonoro de Luís Lopes, criação vídeo de Frederico Bustorff Madeira e fotografia de Paulo Nogueira.

Ainda no âmbito do “VI Circuito de Teatro (em) Português”, Rui Madeira, director da CTB, vai dirigir na Fundação Nacional das Artes – Funarte, em São Paulo, a Oficina “Oresteia, dramaturgia e processo de criação”, acção preliminar do Projecto Oresteia: trilogia Agamémnon, Coéforas e Euménides, de Ésquilo, que a CTB produzirá em 2012, no âmbito de Braga – Capital Europeia da Juventude, e que à semelhança do Projecto Bacantes de Eurípides (2008) integrará estruturas, instituições e actores de Portugal, Brasil e África (Moçambique).

04/10/11

À barca, à barca...




Auto da Barco do Inferno regressa à Sala Principal do Theatro Circo. A produção da Companhia de Teatro de Braga - estreada em 2007 e vista por cerca de 16000 pessoas -, fará duas temporadas, em Outubro: dias 18, 19 e 20 às 11h e às 15h, e em Novembro: dias 22, 23 e 24 às 11h00 e às 15h00; dia 25, às 15h00 e às 21h30. As sessões diurnas são dirigidas ao público escolar e requerem marcação prévia através do número de telefone 253 217 167, a sessão nocturna é aberta ao público em geral.

Auto da Barca do Inferno, alegoria dramática de Gil Vicente representada pela primeira vez em 1517, pôs a nu os vícios das várias ordens e denunciou a podridão da sociedade das décadas iniciais do séc. XVI. Apesar de muitos anos volvidos, a crítica, a farsa e a sátira presentes na obra continuam pertinentes. Partindo do texto original e preservando o português da época, este espectáculo sobre a nossa memória identitária, com encenação de Rui Madeira, explora num tom realista e contemporâneo os sentidos mais profundos de Gil Vicente.

O espectáculo, disponível para digressão, tem encenação e espaço cénico de Rui Madeira; conta com a interpretação de Alexandre Sá, André Laires, Carlos Feio, Jaime Soares, Rogério Boane, Solange Sá e Thamara Thais; os figurinos são de Sílvia Alves; o desenho de luz de Fred Rompante e o desenho de som de Pedro Pinto.

Bilhetes: 10€ | 5€ (estudantes, reformados e protocolos) | 4€ (grupos - mínimo de 10 pessoas)
M/6

23/09/11

Comunidade de Leitura Dramática do projecto BragaCult associa-se ao “II FeministizARTE – Festival de Arte Feminista”
28 de Setembro - 21h30
Salão Nobre do Theatro Circo
Entrada livre


“Casa de Bonecas”, de Henrik Ibsen, é a obra em destaque na próxima sessão da Comunidade de Leitura Dramática do projecto BragaCult, evento que integra a programação do “FeministizARTE”, festival organizado pelo Núcleo de Braga da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR).
A leitura, de entrada livre, terá lugar no Salão Nobre do Theatro Circo, na próxima quarta-feira (28), pelas 21h30, sob orientação de Rui Madeira.

Proposta por Regina Guimarães - poeta, cineasta, dramaturga e letrista -, a obra, umas das peças modernas mais conhecida e encenada, questiona as convenções sociais do casamento e retrata a hipocrisia e os convencionalismos da sociedade do final do século XIX.
Henrik Johan Ibsen (Skien, 20 de Março de 1828 — Kristiania, 23 de Maio de 1906) foi um famoso dramaturgo norueguês, considerado um dos precursores do teatro realista moderno. As tomadas de posição críticas e polémicas fizeram dele uma personagem incómoda em certos meios. O autor valorizava a manifestação da vontade e da personalidade humana, atacando a cobardia e o espírito conformista. As suas peças causaram escândalo na sociedade da época, quando os valores morais vitorianos da família e da propriedade eram ainda largamente predominantes e qualquer contestação desses valores era imoral e ofensiva.

BragaCult é um Projecto da responsabilidade da Companhia de Teatro de Braga no âmbito das parcerias para a Regeneração Urbana do Centro Histórico de Braga e Regeneração Urbana do Rio Este, co-financiado pelo “ON.2 – O NOVO NORTE”, QREN através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e Câmara Municipal de Braga, no valor global de 304.350,00€.