06/11/12
Inscrições abertas
OFICINA COMMEDIA DELL’ARTE
A
Companhia de Teatro de Braga, em parceria com o Theatro Circo e o Theatro Circo
Café, promove, entre 14 de Novembro e 2 de Dezembro, a “Oficina de Commedia
dell’Arte”. A decorrer nas instalações do Theatro Circo Café às segundas,
quartas e sextas-feiras, das 18h30 às 22h00, a acção é coordenada pelo actor,
director, aderecista e dramaturgo brasileiro, Eduardo Chagas, que integra o
elenco do projecto “Oresteia”, a mais recente produção da CTB.
A
oficina, para maiores de 18 anos, orienta a criação de personagens a partir do
improviso com as máscaras das personagens típicas da Commedia Dell’Arte
(Arlecchino, Pulcinella, Columbina, Brighella, Pantalone, Capitano, Dottore,
Innamorati), e culmina com uma apresentação de pequenas cenas no final, visando
a formação técnica, disponibilidade, prontidão, espontaneidade, desinibição,
expressividade, trabalho em grupo, espírito de liderança, poder de iniciativa,
capacidade de improvisar, expressividade e comunicação.
A
Commedia dell’Arte é um género espectacular de Teatro que surge em Itália no
século XVI e que percorre toda a Europa até o século XVIII. É fundamentalmente
a arte do actor e sua relação com a construção de cena. Tem como principais
características: o improviso, o uso da meia máscara e o profissionalismo, o que
possibilita ao actor a experimentação de uma linguagem codificada para a
construção do jogo teatral, orientando os princípios básicos da criação cénica.
A
máscara é utilizada desde os tempos mais remotos como forma de expressão e de
comunicação em diversas culturas por todo o mundo. No teatro ela possibilita a
vivência de uma linguagem não realista por parte do intérprete, centrada na
construção do arquétipo e no jogo lúdico entre actores e público. O treino com
a máscara estimula a imaginação criativa do actor ou do não-actor, aliando a
isso, economia gestual e teatralidade. Ao esconder o rosto, a máscara revela
toda a expressividade corporal. Quando veste a máscara, o actor pode, de facto,
substituir a sua identidade pessoal por outras.
A
frequência da oficina implica a realização de uma pré-inscrição através do
envio de nome, contacto de telemóvel e de e-mail para o endereço: info@ctb.pt e tem um custo de 30€, valor que deve
ser pago aquando a formalização da inscrição nos escritórios da CTB e no qual
está incluído todo o material necessário para a realização da mesma.
02/11/12
Oficina de
Commedia dell’Arte
A Commedia dell’Arte é um género espectacular de Teatro que surge em
Itália no século XVI e que percorre toda a Europa até o século XVIII. É
fundamentalmente a arte do actor e sua relação com a construção de cena. Tem
como principais características: o improviso, o uso da meia máscara, e o
profissionalismo o que possibilita ao actor a experimentação de uma linguagem
codificada para a construção do jogo teatral, orientando os princípios básicos
da criação cénica.
A máscara é utilizada desde os
tempos mais remotos como forma de expressão e de comunicação em diversas
culturas por todo o mundo. No teatro ela possibilita a vivência de uma
linguagem não realista por parte do intérprete, centrada na construção do
arquétipo e no jogo lúdico entre actores e público. O treino com a máscara
estimula a imaginação criativa do actor ou do não-actor, aliando a isso,
economia gestual e teatralidade. Ao esconder o rosto, a máscara revela toda a
expressividade corporal. Quando veste a máscara, o actor pode, de facto,
substituir a sua identidade pessoal por outras.
Conteúdos Programáticos
da Oficina:
• Noções básicas de: História
da Commedia Dell’Arte, Mímica e Interpretação
Teatral.
• Aquecimento e preparação
para o estado de trabalho.
• Exercícios técnicos de
escuta, observação e atenção.
• Estudo e confecção de cada
máscara da Commedia Del’ Arte
• Construção física e vocal de
tipo fixo (Máscara) .
• Relação entre as máscaras.
• Estudo e criação do canovaccio (roteiro)
• Improvisos.
Material para confecção
das máscaras (por pessoa):
[NOTA: Este material
está incluído no preço da oficina]
• Vaselina em pasta
(suficiente para untar o rosto e o molde).
• 1 rolo de 10cm largura de
atadura gessada
• 1 kg de gesso de estuque
• 1/2 kg de argila para modelagem
• Cola Branca
• Papel pardo
• Tintas e pincel
• Fita de cetim preta
EDUARDO
CHAGAS - BIOGRAFIA
Como Actor,
integrou a Cia. Teatro X
de 2001 a 2005, período em que realizou os seguintes
trabalhos sob direcção de Paulo Fabiano:
- “Cidadão de Papel”, de Celso Cruz (2001);
- “Prometeu Enjaulado”, de Celso Cruz (2001);
- “Espólio”, de Gerson Estevez (2002);
- “Esquina”, de Mario Viana (2003)
[Mostra de teatro Tema Urbano];
- “Bando de Maria”, de Celso Cruz, (2004);
- “Caminhador”, de Gerson Estevez (2004);
- “Fuck you, baby”, de Mario Bortolloto (2005).
Com a Companhia Os Satyros actuou em:
“Saló Salomé” em 1992, este com temporada na Europa no mesmo ano;
“120 dias de Sodoma”, “Justine” e “Filosofia na Alcova” todas com texto e direcção de Rodolfo Vasquez entre
2006 e 2012.
São de destacar ainda as suas atuações
em:
“A Bela e a Fera”, criação colectiva com direcção de Djalma Frattini
em 1991;
“A Bela Adormecida” e “O Quebra nozes” de Tchaikovski (espectáculo
de ballet clássico pela C.ia Paula Castro) com direcção de Paulo
Fabiano em 1992;
“Paradise”, de Sirio Belmeni, com direcção de Paulo Fabiano em 1993;
“O Casamento do Pequeno Burguês”, de Bertold Brecht, com direcção de
Zédu Neves em 1995;
“As Bodas de Fígaro”, de W. Amadeus Mozart, com direcção de Zédu
Neves em 1996;
“Todo Mundo Nú”, de Ricardo Bandeira, com direcção de Alberto Gaus em
1997;
“Brasil outros 500!” de Sofredini, com direcção
de Creuza Borges em 1999-2000 e temporada na Europa no mesmo ano;
“O Auto Da Barca Do Inferno” de Gil Vicente, com direcção de Creuza
Borges em 2000;
“Uma Pilha de Pratos na Cozinha”, com texto e direcção de Mario
Bortolloto entre 2007 e 2009;
”Inês de Castro até ao fim do mundo”, com
texto de Neviton de Freitas e direcção de Creusa Borges em 2010;
”Sexo Oral”, com texto de Celso Cruz e com
direcção de Celso Cruz em 2005 e de Eduardo Chagas na reposição de 2008;
“Oresteia”, com texto de Ésquilo e direção
de Rui Madeira, espectáculo montado em Braga, Portugal em 2012.
Como Director,
foi responsável, entre outros, pelos espectáculos:
“A bruxinha que era boa”, de Maria Clara Machado em 1985;
“O Pássaro” espectáculo de Pantomima em 1985,;
“Graveto e a árvore de cristal” e “Arthur e a espada encantada”, ambos em
1990, e dos quais também assina a dramaturgia.
“Guilhotina” de Gil Gobbato em 2011
“Satyricon”, como preparado de actor em 2012 (em processo)
“Crónica da Paixão” em 2007;
“Mulheres da praça” em 2009
“Calígula” em 2004.
No Cinema
actuou em curtas e longas metragens.
Curtas-metragens:
“Nocturno” (2005)
“Um pra um” (2006)
“O cobrador” (2007)
“Ulisses”(2011) de Lohayne de Oliveira [Prémio de melhor actor do
festival Curta Santos]
“História de concreto” (2010)
“Ninjas” de Denison Ramalho (2010)
“Isso não é o fim...”(2011) de João Gabriel [Prémio de melhor actor]
Longas-metragens:
“Encarnação do Demónio” (2007), de José Mojica Morim, com produção
da Gullane Filmes
“Querô” (2007), com direcção de Carlos Cortês e também com produção da
Gullane Filmes
“O Menino da Porteira” de Jeremias Moreira com produção da Jere
Filmes
“Os Inquilinos” de Sergio Bianchi (2009
“É proibido Fumar” de Ana Mulaert
“Reflexões de um liquidificador” de Andre Klotzel
30/10/12
Auto da Barca do Inferno e Falar Verdade a Mentir no Theatro Circo
A Companhia de Teatro de Braga vai
apresentar no Theatro Circo, de 6 a 8 de Novembro, o clássico de Gil Vicente,
“Auto da Barca do Inferno”, e também a farsa de costumes de Almeida Garrett,
“Falar Verdade a Mentir”, ambos com encenação de Rui Madeira. Os espectáculos
estarão em cena em horários alternados e salas diferentes. “Auto da Barca do
Inferno” sobe ao palco da Sala Principal no dia 6 às 15h00, no dia 7 às 11h00 e
no dia 8, em dose dupla, às 15h00 e às 21h30; enquanto que “Falar Verdade a
Mentir” estará em cena no Pequeno Auditório, nos dias 6 e 8 às 11h00 e no dia 7
às 15h00. As sessões diurnas são dirigidas em especial ao público escolar e
acontecem mediante marcação prévia, ao passo que a sessão nocturna está aberta
ao público em geral.
Maior editora
portuguesa filma “Auto da Barca do Inferno”
A primeira sessão “Auto da Barca do
Inferno” no Theatro Circo vai ter a particularidade de ser filmada pela “Porto
Editora”. A maior editora portuguesa pretende usar excertos do espectáculo da
CTB para complementar actividades pedagógicas dos projectos educativos por si
desenvolvidos, entre eles a Escola Virtual. Este projecto tem vindo a crescer
nos últimos anos e destaca-se pela inovação e pelo seu impacto na comunidade
educativa, tendo como objectivo motivar os alunos a estudar e ajudar os
professores na integração das tecnologias da sala de aula, bem como na
preparação das suas aulas.
Digressão em Portugal
e em Espanha
Recordamos que “Auto da Barca do
Inferno” está em digressão e que ainda antes das sessões no Theatro Circo, este
será apresentado, nos próximos dias 2 e 3 de Novembro, às 20h30, no Salón
Teatro, em Santiago de Compostela, Espanha.
A produção da CTB passou, no passado
dia 26 de Outubro, também por Évora e, devido à grande procura, foi necessário
realizar-se uma sessão extra para atender a todas as solicitações. As três
apresentações no Teatro Garcia de Resende decorreram no âmbito da Rede CULTURBE
- um projecto que reúne Braga, Coimbra e Évora, numa organização do CENDREV -
Centro Dramático de Évora.
Auto da Barca do Inferno (M/6)
Será que a maledicência, o orgulho, a usura, a concupiscência, a
venalidade, a petulância, o fundamentalismo, a inveja, a mesquinhez, o falso
moralismo cristão…. têm entrada directa no paraíso? Ou terão de passar pelo
Purgatório? Ou vão directamente ao Inferno? E a pé, de pulo ou voo? Aliás, onde
fica e como designamos o Lugar onde estamos? E que paraíso buscamos?
Uma revisão da CTB em demanda da modernidade sobre o texto
Vicentino e o prazer do jogo teatral. Um espectáculo sobre a nossa memória
identitária.
Rui Madeira
Autor: Gil Vicente | Encenador: Rui Madeira |
Elenco: Alexandre Sá, André Laires, Carlos Feio, Giovana Sgarbi, Jaime
Soares, Rogério Boane, Solange Sá | Figurinos: Sílvia Alves | Espaço
cénico: Rui Madeira | Desenho de som: Pedro Pinto | Desenho de
luz: Fred Rompante | Fotografia: Manuel Correia, Paulo Nogueira
Falar Verdade a Mentir (M/12)
Com “Falar Verdade a Mentir” podemos observar, num ritmo de
comédia e com humor corrosivo, como a natureza do discurso se cruza entre o
passado, a falsa moral, a aparência e o novo olhar dos tempos e das desilusões
do Presente, consoante os personagens em jogo. A luta do Autor romântico, pela
revolução nas Letras, no Teatro Português e, porque não dizê-lo, na Política
nacional.
“Falar Verdade a Mentir” é um divertimento teatral num
espaço/tempo de debate e experimentação.
Rui Madeira
Autor: Almeida Garrett | Encenação e Dramaturgia: Rui
Madeira | Elenco: André Laires, Carlos Feio, Giovana Sgarbi, Jaime
Monsanto, Rogério Boane, Solange Sá | Cenografia: Carlos Sampaio, Rui
Madeira | Figurinos: Sílvia Alves | Criação vídeo: Frederico
Bustorff Madeira | Criação Sonora: Luís Lopes | Design gráfico: Carlos
Sampaio | Fotografia: Paulo Nogueira
25/10/12
Sessão extra em Évora
Auto da Barca do Inferno
Teatro Garcia de Resende
Devido à grande procura, amanhã, haverá uma sessão extra de "Auto da Barca do Inferno" no Teatro Garcia de Resende:
Grupos escolares: 10h30 (sessão extra) | 15h00 (sessão esgotada)
Público em geral: 21h30
Será que a maledicência, o orgulho, a usura, a concupiscência, a venalidade, a petulância, o fundamentalismo, a inveja, a mesquinhez, o falso moralismo cristão…. têm entrada directa no paraíso? Ou terão de passar pelo Purgatório? Ou vão directamente ao Inferno? E a pé, de pulo ou voo? Aliás, onde fica e como designamos o Lugar onde estamos? E que paraíso buscamos?
Uma revisão da CTB em demanda da modernidade sobre o texto Vicentino e o prazer do jogo teatral.
Um espectáculo sobre a nossa memória identitária.
Um espectáculo sobre a nossa memória identitária.
Rui Madeira
Autor:Gil Vicente | Encenador: Rui Madeira | Elenco: Alexandre Sá, André Laires, Carlos Feio, Giovana Sgarbi, Jaime Soares, Rogério Boane, Solange Sá | Figurinos: Sílvia Alves | Espaço cénico: Rui Madeira | Desenho de som: Pedro Pinto | Desenho de luz: Fred Rompante | Fotografia: Manuel Correia, Paulo Nogueira
Organização: Cendrev- Centro Dramático de Évora, no âmbito da Rede "CULTURBE - um projecto que reúne Braga, Coimbra e Évora
18/10/12
Auto da Barca do Inferno em digressão
Companhia de Teatro de Braga
leva “Auto da Barca do Inferno” a Évora e a Santiago de Compostela, após a
digressão o espectáculo volta ao Theatro Circo.
A CTB - Companhia de Teatro de Braga
vai iniciar uma digressão com o Auto mais significativo da chamada trilogia das
Barcas, de Gil Vicente, e Évora é o destino da primeira paragem. Agendada já
para 26 de Outubro, dia em que o Teatro Garcia de Resende acolhe duas sessões,
uma às 15h e outra às 21h30, a apresentação acontece no âmbito da “CULTURBE –
Braga, Coimbra e Évora”, uma rede co-financiada pelo QREN. Também para a Galiza
estão marcadas duas sessões de “Auto da Barca do Inferno”, mas neste caso a
acontecerem em dias diferentes. O Salón Teatro de Santiago de Compostela, em
Espanha, recebe a encenação de Rui Madeira nos dias 2 e 3 de Novembro, às
20h30.
No regresso a Braga, a CTB apresenta
no Theatro Circo o clássico de Gil Vicente e ainda a farsa de costumes de
Almeida Garrett, “Falar Verdade a Mentir”. As duas peças estarão em cena de 6 a
8 de Novembro em horários alternados e salas diferentes. “Auto da Barca do
Inferno” sobe ao palco da Sala Principal no dia 6 às 15h, no dia 7 às 11h e no
dia 8, em dose dupla, às 15h e às 21h30, enquanto que “Falar Verdade a Mentir”
estará em cena no Pequeno Auditório, nos dias 6 e 8 às 11h e no dia 7 às 15h.
Com as sessões diurnas a decorrer em particular para o público escolar,
mediante marcação prévia, a sessão nocturna está aberta ao público em geral.
Auto da Barca do Inferno (M/6)
Será
que a maledicência, o orgulho, a usura, a concupiscência, a venalidade, a
petulância, o fundamentalismo, a inveja, a mesquinhez, o falso moralismo
cristão…. têm entrada directa no paraíso? Ou terão de passar pelo Purgatório?
Ou vão directamente ao Inferno? E a pé, de pulo ou voo? Aliás, onde fica e como
designamos o Lugar onde estamos? E que paraíso buscamos?
Uma
revisão da CTB em demanda da modernidade sobre o texto Vicentino e o prazer do
jogo teatral. Um espectáculo sobre a nossa memória identitária.
Rui Madeira
Autor:
Gil Vicente | Encenador: Rui Madeira | Elenco: Alexandre Sá,
André Laires, Carlos Feio, Giovana Sgarbi, Jaime Soares, Rogério Boane, Solange
Sá | Figurinos: Sílvia Alves | Espaço cénico: Rui Madeira |
Desenho de som: Pedro Pinto | Desenho de luz: Fred Rompante |
Fotografia: Manuel Correia, Paulo Nogueira
Falar Verdade a Mentir (M/12)
Com
“Falar Verdade a Mentir” podemos observar, num ritmo de comédia e com humor
corrosivo, como a natureza do discurso se cruza entre o passado, a falsa moral,
a aparência e o novo olhar dos tempos e das desilusões do Presente, consoante
os personagens em jogo. A luta do Autor romântico, pela revolução nas Letras,
no Teatro Português e, porque não dizê-lo, na Política nacional.
“Falar
Verdade a Mentir” é um divertimento teatral num espaço/tempo de debate e
experimentação.
Rui Madeira
Autor:
Almeida Garrett | Encenação e Dramaturgia: Rui Madeira | Elenco: André
Laires, Carlos Feio, Giovana Sgarbi, Jaime Monsanto, Rogério Boane, Solange Sá
| Cenografia: Carlos Sampaio, Rui Madeira | Figurinos: Sílvia Alves
| Criação vídeo: Frederico Bustorff Madeira | Criação Sonora: Luís
Lopes | Design gráfico: Carlos Sampaio | Fotografia: Paulo
Nogueira
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