Anita, ou a alma Supersónica, seriamente capaz de implod...
30/11/12
Senhora Rasch, ou a Rápida, que com uma original pontualidade ritmada pela vitalidade dos sentidos, sobrevive, assimétrica, para si mesma, pensamento após pensamento, acto após acto.
Anita, ou a alma Supersónica, seriamente capaz de implod...
Anita, ou a alma Supersónica, seriamente capaz de implod...
ir o reforçado palco principal do histórico Theatro Circo. É neste contexto de instintos e catástrofes naturais que surge, camuflado, o inevitável papel do assistente de encenação: presenciar a natureza irrequietamente sensitiva da mãe e a objectividade sapiente do pai.
Frederico Bustorff Madeira, assistente de encenação de Rui Madeira em CONCERTO "À LA CARTE"
23/11/12
Para os mais pequenos
5 e 6 de Dezembro – 9h30, 11h00, 15h00
7 de Dezembro – 9h30, 11h00
Pequeno Auditório do Theatro Circo
(sessões escolares, mediante marcação)
7 de Dezembro – 9h30, 11h00
Pequeno Auditório do Theatro Circo
(sessões escolares, mediante marcação)
A
CTB – Companhia de Teatro de Braga vai repor, no Pequeno Auditório do Theatro
Circo, a peça infantil “O Escaravelho Contador” de Manuel
António Pina, jornalista, cronista, escritor de livros infantis, mas
sobretudo um enorme poeta da língua portuguesa, Prémio Camões 2011, falecido em
Outubro passado. O espectáculo estará em cena em Dezembro, nos dias 5 e 6, às
9h30, às 11h00 e às 15h00; e no dia 7, às 9h30 e às 11h00, em sessões escolares
mediante marcação prévia.
“O Escaravelho Contador” tem
encenação e transposição cénica de José Caldas, encenador, dramaturgo, actor,
professor de teatro, com mais de três décadas de carreira dedicadas quase em
exclusivo ao público jovem; e interpretação de André Laires, Carlos Feios,
Jaime Monsanto, Rogério Boane, Solange Sá e Tatiana Mendes.
A peça, criada a partir da obra
“Histórias que me contaste tu”, leva à cena um conjunto de contos relatados por
um exímio contador de histórias: um pequeno insecto, muito simpático e
divertido.
Sinopse:
“Como uma caixa dentro de uma caixa, dentro
de uma caixa, dentro de uma caixa o escritor escreve as histórias que o
escaravelho por sua vez lhe contou a ele e que o encenador transforma em
imagens no teatro e que por sua vez os actores são os fazedores. Assim, o livro
do Pina "Histórias que me contaste tu" se transforma em teatro para
os mais novos que por sua vez levarão os mais crescidos a acompanhá-los nestas
histórias vivas.”
José Caldas
Autor: Manuel
António Pina | Encenação e transposição cénica: José Caldas |
Cenografia e figurinos: José
António Cardoso | Actores: André Laires, Carlos Feio, Jaime Monsanto, Rogério Boane, Solange Sá, Tatiana Mendes |
Desenho de luz: Fred
Rompante | Fotografia: Manuel
Correia, Paulo
Nogueira | Grafismo: Carlos
Sampaio, José
António Cardoso | Música criada colectivamente a partir de
música tradicional portuguesa
Bilhetes: 10€ (adultos) | 5€
(crianças, estudantes, reformados e protocolos) | 4€ (grupos - mínimo de 10
pessoas)
M/4
21/11/12
“Falar Verdade a Mentir” integra programação do “Serões Na Serra”
A CTB – Companhia de Teatro de Braga apresenta na
próxima sexta-feira, dia 23, o espectáculo “Falar Verdade a Mentir” de Almeida
Garrett, com encenação e dramaturgia de Rui Madeira, em Campo
Benfeito, Castro Daire. Inserida na programação do “Serões Na Serra”, o Teatro
do Montemuro acolhe no Espaço Montemuro, às 21h00, a comédia de costumes que
ridiculariza a sociedade do século XIX e que ainda hoje conserva o seu humor
refinado. Tendo como pano de fundo a cidade de Lisboa, “Falar Verdade a Mentir”
narra a história de um peralta, interesseiro e mentiroso compulsivo, Duarte,
cujo vício põe em causa não só o seu casamento com Amália, como o da criada
desta, Joaquina, com José Félix.
Falar Verdade a Mentir (M/12)
Com “Falar Verdade a Mentir” podemos observar, num
ritmo de comédia e com humor corrosivo, como a natureza do discurso se cruza
entre o passado, a falsa moral, a aparência e o novo olhar dos tempos e das
desilusões do Presente, consoante os personagens em jogo. A luta do Autor
romântico, pela revolução nas Letras, no Teatro Português e, porque não
dizê-lo, na Política nacional.
“Falar Verdade a Mentir” é um divertimento teatral num
espaço/tempo de debate e experimentação.
Rui Madeira
Autor: Almeida
Garrett | Encenação e Dramaturgia: Rui Madeira | Elenco: André
Laires, Carlos Feio, Giovana Sgarbi, Jaime Monsanto, Rogério Boane, Solange Sá
| Cenografia: Carlos Sampaio, Rui Madeira | Figurinos: Sílvia Alves
| Criação vídeo: Frederico Bustorff Madeira | Criação Sonora: Luís
Lopes | Design gráfico: Carlos Sampaio | Fotografia: Paulo
Nogueira
16/11/12
Ana Bustorff no Theatro Circo com CONCERTO "À LA CARTE"
Concerto “à la carte”
de Franz Xaver Kroetz
Sala Principal do
Theatro Circo
Concerto “à la carte” da Companhia de Teatro de Braga volta
à Sala Principal do Theatro Circo nos dias 4 e 5 de Dezembro, às 21h30.
Da autoria de Franz Xaver Kroetz, o
espectáculo é um monólogo que se distingue pela dificuldade do realismo teatral
e do confronto com a solidão que caracteriza a obra do autor alemão. Com
encenação de Rui Madeira, Concerto
“à la carte” é uma comédia social ao contrário, um espectáculo de
compromisso, de postura artística e ética sobre o nosso tempo, interpretado
numa grande performance por Ana Bustorff.
Marcado pela solidão e pelo silêncio,
este monólogo sem palavras apresenta-nos a vida da Sr.ª Rasch, uma mulher
solitária, perfeccionista e com uma vida pautada por rotinas, gestos, hábitos e
manias, uma senhora igual a tantas que moram no apartamento ao lado, que se
cruzam connosco no supermercado, a quem olhamos sem ver e que morrem sem
sabermos e sem elas mesmas darem por isso.
Ana Bustorff regressa assim ao Theatro
Circo com a 100.ª produção da CTB, companhia da qual foi co-fundadora, estreada
em 2009 e levada à cena em vários palcos nacionais - Castro Daire, Porto,
Santarém, Almada, Aveiro, Coimbra, Viseu – e internacionais - Cagliari
(Itália), Ourense e Santiago de Compostela (Espanha). Recordamos que a actriz
participou na mais recente encenação da CTB, “Oresteia”, de Ésquilo, como
Clitemnestra, e no panorama televisivo integrou o elenco da nona série de
“Morangos com Açúcar”, tendo interpretado o papel da professora Luísa, mãe de
Ana Rita, Teresa e Tiago.
“É
preciso estar satisfeito. A insatisfação é uma doença.”
Ana
Bustorff volta à Companhia para uma grande performance.
Um
texto único para uma actriz única.
Um
espectáculo construído em partitura de silêncios.
O
teatro já passou e a Vida é vivida tal qual é.
Há
ecos e silêncios que a Vida produz: são a música do tempo e do lugar.
Habitamos
e vivemos, cada vez mais, um mundo que é só nosso.
Livres
e prisioneiros das nossas cabeças. Agimos. Organizamos e reorganizamos um Caos.
Reconstituímo-nos
no Silêncio.
Autor
Franz Xaver Kroetz | Tradução Maria Adélia Silva Melo |
Interpretação Ana Bustorff | Encenação Rui Madeira | Assistentes
de encenação Frederico Bustorff Madeira, Solange Sá | Cenografia Carlos
Sampaio | Figurinos Sílvia Alves | Desenho de luz Fred Rompante
| Desenho de som Pedro Pinto | Fotografia de cena Paulo Nogueira
| M/12
Bilhetes: 12€ | 6€ (estudantes, reformados e
protocolos) | 5€ (grupos mínimo – 10 pessoas)
13/11/12
Comunicado
Em meados de Junho, o ex-Secretário de Estado da Cultura prometeu, na Assembleia da República e à comunicação social, que os concursos para apoio à criação artística nos próximos anos abririam até ao final de Setembro. Tal não aconteceu. A única coisa que saiu foi um comunicado lacónico da Direcção-Geral das Artes, recentemente retirado do site da instituição, dizendo que estavam a aguardar autorização das Finanças.
O Secretário de Estado da Cultura foi entretanto substituído, mas continua a não haver qualquer indicação sobre a abertura destes concursos. O novo titular da pasta não fez sequer qualquer declaração sobre a situação do sector.
O que significa que todas as estruturas de criação artística que são financiadas pelo Estado estão neste momento sem saber com o que podem contar para daqui a pouco mais de mês e meio. Estão impedidas de planificar a sua actividade e de concorrer a outros apoios, sem saber se podem manter os vínculos com os seus trabalhadores, sem saber se podem continuar a existir.
Como se isto não bastasse, surgiu entretanto um problema adicional. A DGArtes começou em Outubro a falhar os pagamentos contratualizados para este ano. As prestações relativas ao financiamento de 2012 previstas para o mês passado não foram pagas e a justificação que é dada é a mesma: aguarda autorização das Finanças.
Por causa disto, as companhias estão impedidas de honrar os compromissos com os seus trabalhadores, com fornedores e com o próprio Estado (impostos, segurança social, etc.). Em alguns casos, nomeadamente no que diz respeito a projectos comunitários, arriscam mesmo perder milhares de Euros por incapacidade de liquidar dentro dos prazos previstos despesas que seriam co-financiadas.
Mais uma vez se comprova que, para este Governo, os contratos assinados com os agentes culturais não são para levar a sério. O facto de não serem respeitados não merece sequer uma palavra das instituições (neste caso a Direção Geral das Artes) que teriam a obrigação de os executar – limitam-se, quando questionados, a descartar responsabilidades para o Ministério das Finanças.
Acontece que nos disseram que a cultura dependia directamente do Primeiro-Ministro.
É por isso a ele que exigimos:
- a regularização imediata das prestações relativas aos apoios de 2012, nos termos contratualizados;
- uma informação clara, com indicação de prazos e orçamentos, quanto à abertura dos concursos para apoio às artes nos próximos anos, como decorre do Decreto-Lei 196/2008, de 6 de Outubro.
Só assim se conseguirá evitar a desagregação completa do tecido cultural em Portugal, o encerramento de dezenas de estruturas profissionais por todo o país e o despedimento de centenas de trabalhadores.
13 de Novembro de 2012
A Escola da Noite – Grupo de Teatro de Coimbra
ACERT
ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve
BAAL 17
Centro Dramático de Évora
Companhia de Teatro de Braga
F.C. Produções Teatrais
Jangada – Cooperativa de Teatro Profissional
Lendias d’Encantar
MARIONET
O Teatrão
Peripécia Teatro
Seiva Trupe – Teatro Vivo
Teatro Art’Imagem
Teatro das Beiras
Teatro do Montemuro
Teatro Extremo
Teatro Fórum de Moura
ACERT
ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve
BAAL 17
Centro Dramático de Évora
Companhia de Teatro de Braga
F.C. Produções Teatrais
Jangada – Cooperativa de Teatro Profissional
Lendias d’Encantar
MARIONET
O Teatrão
Peripécia Teatro
Seiva Trupe – Teatro Vivo
Teatro Art’Imagem
Teatro das Beiras
Teatro do Montemuro
Teatro Extremo
Teatro Fórum de Moura
(lista de subscritores actualizada às 23h23)
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