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| Encenador e elenco na sala de ensaios do Parque de Exposições de Braga |
03/03/16
Ensaio do drama de Camilo Castello Branco: "Justiça"
“Vejo tudo côr de rosa… A vida tem cousas bem boas, digam lá o que disserem os poetas de cemitério. Poucos são os que sabem tirar proveito d’esta sublime patarata que os traductores em vulgar denominam sociedade.
(Extrato da personagem Dona Maria do drama JUSTIÇA)
Este espetáculo destina-se especialmente ao público escolar,
não obstante, pode e deve ser visto por todos os públicos de uma forma
generalizada.
A estreia será no dia 16 de abril, às 21h30, no
Pequeno Auditório do Theatro Circo, em Braga.29/02/16
NÃO CHORES POR MIM NUNCA... (Не плачте за мною ніколи…)
A CTB acolhe o Teatro Académico Musical e Dramático de Kherson M. Kulish com o espetáculo "Não Chores Por mim Nunca..."
22 de março | 21h30
Teatro Gil Vicente (Barcelos)
23 de março | 21h30
Theatro Circo (Braga)
Theatro Circo (Braga)
Sinopse:
A ideia de traduzir a
história de Matios, no palco, ocorreu
quase simultaneamente a Sergiy Pavlyuk e
Larysa Kadyrova. Assim nasceu um projeto coletivo do Teatro Académico Musical e
Dramático de Kherson M. Kulish (dirigido por Alexander
Kniga) e o Teatro Académico Nacional de Drama (liderado
por Ivan Franko). O monodrama "Não chores
por mim nunca…" de M.
Matios foi estreado no teatro de Kherson.
A Viúva espera o seu último dia e prepara-se completamente: tudo o que você precisa já está recolhido e só pode
remover as coisas de lugar para lugar, e ventilá-los periodicamente para não ficaram cobertos de poeira. A artista nacional da Ucrânia Larysa
Kadyrova, no papel de Baba Justina, comunica com o público no corredor, falando-lhes dos seus vizinhos, fornecendo diretrizes para as
crianças. Para ela, a morte é uma
continuação da vida, a essência, em que todos são iguais, ricos e pobres. A atriz, aborda o público observando-o sabiamente "que o tipo de vida humana, é tipo da sua morte".
nome da companhia Teatro Académico Musical e
Dramático de Kherson M. Kulish (Kherson Regional Academic Music
Drama Theatre named by Mykola Kulish) | diretor artístico Oleksandr Knigaautor | nome original do espetáculo Не плачте за мною ніколи… | autor Mariya Matios | diretor da peça Sergiy Pavluk | elenco Larysa Kadyrova | duração 1h10m
AUTO DA BARCA DO INFERNO DE GIL VICENTE
8 e 9 de março | 11h00 | 15h00 | 21h30
10 de março | 11h00| 15h00
sala principal do Theatro Circo
sala principal do Theatro Circo
Será que a maledicência, o orgulho, a usura, a concupiscência, a venalidade, a petulância, o fundamentalismo, a inveja, a mesquinhez, o falso moralismo cristão… têm entrada direta no Paraíso? Ou terão de passar pelo Purgatório? Ou vão diretamente para o Inferno? E a pé, de pulo ou voo?
Aliás, onde fica e como designamos o Lugar onde estamos? E que paraíso buscamos?
Uma revisão da CTB, em demanda da modernidade sobre o texto Vicentino e o prazer do jogo teatral.
Uma revisão da CTB, em demanda da modernidade sobre o texto Vicentino e o prazer do jogo teatral.
Um espetáculo sobre a nossa memória identitária.
Rui Madeira
autor Gil Vicente | encenação Rui Madeira | elenco Alexandre Sá, André Laires, Carlos Feio, Jaime Soares, Rogério Boane, Solange Sá, Thamara Thais | figurinos Sílvia Alves | desenho de luz Fred Rompante | espaço cénico Rui Madeira | desenho de som Pedro Pinto | fotografia Manuel Correia, Paulo Nogueira | design gráfico Carlos Sampaio
M/6 | 75'
As sessões escolares requerem marcação prévia
Bilhetes: 4 € (grupos superiores a 10) | 5 € (protocolos, reformados e estudantes) | 10 € (normal)
Por cada 10 alunos a CTB oferece um ingresso a um acompanhante.
24/02/16
A CTB acolhe A Escola da Noite - Grupo de Teatro de Coimbra com o espetáculo "Auto dos Físicos":
1 e 2 de março | 15h00 e 21h30
sala principal do Theatro Circo
sala principal do Theatro Circo
Escrito e representado pela primeira vez entre 1512 e 1524, o Auto dos Físicos encerra o livro das farsas na "Copilaçam" de 1562, mas viria a ser excluído pela censura da Inquisição, na edição de 1586.
Acredita-se, pelo tom chocarreiro e pelo burlesco que a caracterizam, que foi representada em época de Carnaval. Um padre "morre" de um amor não correspondido e quatro médicos (os "físicos") visitam-no à vez, sugerindo estapafúrdios remédios. Brásia Dias, a parente que primeiro o tenta ajudar, um moço transformado em (fraco) alcoviteiro e um padre confessor que compreende "bem demais" o sofrimento do seu colega completam o leque de personagens desta divertida farsa, rematada por uma "ensalada" vicentina, com referências e citações de outras peças do autor e a elementos do cancioneiro tradicional.
A peça apresenta caricaturas de pessoas concretas - os quatro físicos correspondem a pessoas que realmente existiam e que o público facilmente reconhecia - mas é, também, como quase toda a obra de Vicente, um retrato da corte, da Igreja e da sociedade portuguesa do século XVI em Portugal.
(A Escola da Noite, texto de apresentação do espetáculo)
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