18/05/18

CTB leva JUSTIÇA à Ucrânia


A Companhia de Teatro de Braga (CTB) viaja hoje para a Ucrânia para participar no Festival de Teatro “Melponema Travyy”, que decorre em Kherson de 17 a 26 de Maio.

Cartaz do Festival "Melponema Travyy"

A CTB apresentará o espectáculo JUSTIÇA de Camilo Castelo Branco, no dia 21, no Teatro Regional Academico M. Kulish, de Kerson, no âmbito do festival. Realiza, ainda, mais duas representações do espectáculo, nos dias 24 e 25, nas cidades de Mikolayv e Odessa, respectivamente.

Esta digressão resulta da parceria, já com cinco anos, entre a CTB e o Teatro Regional Académico M. Kulish que permitiu até à data a troca de 14 espectáculos diferentes em 12 cidades de ambos os países, bem como várias acções de formação.

Para reafirmar esta parceria decidiu criar-se uma co-produção entre as duas estruturas, a partir do texto “A Gaivota”, de Anton Tchekhov, que estreará em Março de 2020 no Theatro Circo de Braga, no âmbito das comemorações dos 40 anos da Companhia de Teatro de Braga. A estreia na Ucrânia ocorrerá no Festival “Melponema Travyy”, em Maio desse ano.

D. Inês (Eduarda Filipa) e Luís de Abreu (André Laires) em JUSTIÇA (foto: Paulo Nogueira)




17/05/18

CTB tem um dos maiores cortes no financiamento da DGArtes


Relativamente à notícia da Agência Lusa, partilhada por alguns órgãos de comunicação social (como, por exemplo, o Diário de Notícias) gostaríamos de esclarecer que, não obstante ser verdade a Companhia de Teatro de Braga (CTB) ser uma das quatro companhias, em termos globais, com maior financiamento, é também uma das duas companhias que para este quadriénio sofreram o maior corte comparativamente ao quadriénio anterior. A Companhia de Teatro de Almada teve um corte de 22% e a CTB um corte de 14% (representa cerca de 180 mil euros). Mais dizemos, que o orçamento para 2018 é de 267 mil euros, não os 288 mil euros noticiados.

Relembramos que apesar de até ao momento não termos recebido qualquer verba do financiamento atribuído (resultados para o Teatro só foram homologados esta terça-feira) a CTB tem vindo a cumprir escrupulosamente a actividade a que se propôs na candidatura. Esta semana estreamos “Diário de Adão e Eva”, o segunda estreia deste ano. Fizemos, também, cerca de 40 representações, entre reposições e acolhimentos, no Theatro Circo de Braga e em diversas salas de Portugal e Espanha.

A circunstância do corte no financiamento da CTB conduziu à inevitabilidade da reestruturação - na qual estamos já a trabalhar - de toda a actividade da companhia (novas produções, reposições, acolhimentos, formação de públicos, etc.).

Partilhamos, aqui, a nossa argumentação para a Audiência de Interessados da DGArtes e a resposta que obtivemos.



09/05/18

Estreia de "Diário de Adão e Eva"

Dia 15 de Maio, a Companhia de Teatro de Braga (CTB) estreia “Diário de Adão e Eva”, de Mark Twain, às 21h30, no Theatro Circo de Braga. Esta sexta-feira, será feito um ensaio geral aberto à comunicação social e aos participantes mais antigos nas actividades do projecto de formação de públicos, Bragacult.
A 136ª produção da CTB conta, mais uma vez, com o trabalho do dramaturgo Abel Neves que traduziu, adaptou para cena e dirigiu este espectáculo a partir da obra homónima do autor norte-americano.
Mark Twain escreveu o “Diário de Adão e Eva” nos finais do século XIX, início do século XX. É uma narrativa literária que tendo sido polémica à época da sua publicação propõe uma visão humorada sobre o enlace amoroso dessas duas criaturas bíblicas. Nos dias de hoje, as confidências de Adão e Eva, as suas diatribes, continuam a deliciar os leitores do escritor americano e, espera-se, os espectadores da adaptação teatral que se prepara.
“Diário de Adão e Eva” estará em cena de 15 a 17 de Maio, às 21h30, no pequeno Auditório do Theatro Circo. O espectáculo regressa a cena em Setembro, para mais cinco representações no Theatro Circo e uma no Teatro Gil Vicente de Barcelos.
Eva (Solange Sá) no ensaio de Diário de Adão e Eva | foto: João Vilares
FICHA ARTÍSTICA
autor Mark Twain
tradução, adaptação teatral, espaço cénico e direcção Abel Neves
pinturas Alberto Péssimo
figurinos Filipa Martins
iluminação Nilton Teixeira
construção do cenário e adereços António Jorge
apoio à construção do cenário Fernando Gomes
operação de luzes Vicente Magalhães
operação de som João Chelo
elenco André Laires, Carlos Feio, Eduarda Filipa, Solange Sá


01/05/18

CTB acolhe comédia musical de La Fundición de Sevilha

Quarta-feira, dia 2 de Maio, a Companhia de Teatro de Braga irá acolher La Fundición de Sevilla com a comédia musical “DUELO ATÉ À MORTE DO MARQUÊS DE PICKMAN E O ACONTECEU DEPOIS COM O SEU CADÁVER”, às 21h30, na Sala Principal do Theatro Circo.

Fascinado com o relato dos trágicos acontecimentos que envolveram Rafael e León, Marquês de Pickman, e o capitão da Guardia Civil, Vicente Paredes - no ensaio “Duelo a muerte en Sevilla” de Miguel Martorell - Álvarez-Ossorio decide co-escrever esta obra teatral com o historiador e com Pepa Sarsa, já que para o encenador, tratando-se de “uma história de “machos”, uma luta de galos, era importante uma presença feminina".

Este espectáculo é uma comédia negra e uma crítica mordaz às instituições da época: a Igreja, o Exército, o poder político e a burguesia industrial com título nobiliárquico.

Este acolhimento realiza-se no âmbito do Circuito Ibérico de Artes Cénicas, da qual fazem parte, além da CTB, várias companhias de teatro portuguesas e espanholas.



SINOPSE:
Rafael de León e Primeiro de Rivera, humilha em público o capitão da Guardia Civil Vicente Paredes, o que o leva este a desafia-lo para um duelo até a morte por rumores, quintilhas humorísticas e comentários. E mesmo que as leis civis proíbam este acto desproporcional dos contendores, o massacre ocorre. Após um grande esforço de guerra, o Exército impõe seus critérios e em nenhum momento está sujeito à lei. Mas os factos não terminam aí: a Igreja, apesar de não ter a tutela e o controlo do cemitério, impõe à força a expulsão do cadáver do mesmo e ajudada pela polícia urbana o translada para o cemitério civil.

FICHA TÉCNICA 
texto | texto Pedro Álvarez-Ossorio, Miguel Martorell, Pepa Sarsa
encenação Pedro Álvarez-Ossorio
direcção musical Santiago Martínez
assistente de encenação Pepa Sarsa
cenografia Juan Ruesga
elenco Cristina Almazán, Javier Centeno, Paz de Alarcón, Íñigo Núñez
direcção de actores Juan Carlos Sánchez
trabalho vocal Julia Oliva
figurinos Carmen de Giles, Flores de Giles
desenho de luz Carmen Mori
estilismo Manolo Cortés
máscaras Fau Nadal
desenho gráfico Pedro Cabañas
grafismos de época Rocco Lombardi
fotografia Luis Castilla
vídeo La Buena Estrella
realização da cenografia Mundomontaje
equipa técnica Enrique Galera, Pablo Gil
distribuição Angélica Cruz
comunicação La Fundición / Surnames Narradores Transmedia
direcção de produção Marina Rodríguez
agradecimentos Teatro Clásico de Sevilla, Ana Álvarez-Ossorio / Swot Elipse, Teatro Municipal Mairena del Alcor / Centro de Documentación de las Artes Escénicas de Andalucía / José Manuel Peralta, Mario Copete (A6manos producciones)


06/04/18

Comunicado Performart


ASSOCIAÇÃO PARA AS ARTES PERFORMATIVAS EM PORTUGAL

COMUNICADO 05 de Abril de 2018



Face à “Resposta aberta à Cultura” do Senhor Primeiro-Ministro, a Performart reconhece o esforço empreendido pelo Governo na aproximação à satisfação das reivindicações do setor das artes performativas, nomeadamente no que concerne ao reforço do financiamento disponível para os concursos de apoio às artes ainda em curso e que deve seguir os respetivos trâmites legais até à efetiva, e desejavelmente célere, conclusão.
A Performart manter-se- á empenhada em trabalhar para que os erros do modelo vigente sejam corrigidos, tal como a Tutela anunciou publicamente dever fazer-se, confiando que tal defenderá da melhor forma os interesses de todas as estruturas que a associação representa.
A Performart participará na manifestação convocada para o dia de amanhã defendendo a definição de uma estratégia clara que tenha como patamar mínimo 1% do Orçamento de Estado para a Cultura, horizonte digno e legítimo para um Governo que se apresentou como um “governo da cultura”.
05 de abril de 2018




A Performart