17/10/17
Zimbabué apresenta Braga
A multifacetada artista zimbabueana, Wizzy Mangoma, está em
Braga a realizar uma Residência Artística no âmbito do centro de produção de
áudio e vídeo da Companhia de Teatro de Braga, MARIA AUGUSTA PRODUÇÕES.
Este projecto – Zimbabué apresenta Braga - é um
episódio piloto da série Zimbabueanos
pelo mundo, será bilingue (inglês e português) e terá a duração aproximada
de 30 minutos.
A residência terá a duração de dois meses e contará com a
colaboração de Frederico Bustorff Madeira. O ponto de partida deste trabalho é
a viagem de Wizzy do Zimbabué para Portugal – mais concretamente para Braga – e
será uma reflexão sobre a sua integração no quotidiano dos bracarenses e da própria
cidade.
Zimbabué apresenta Braga pretende também mostrar os diferentes
aspectos da cidade através de um olhar africano. No processo de trabalho serão
incluídos alguns participantes da comunidade de forma a proporcionar uma troca
de experiencias e transmissão de saberes.
Realizadora de cinema, Produtora, Guionista, Autora publicada,
Actriz, Graphic Designer, Designer - acessórios, sandálias e linha
de fitness, Apresentadora de Talk Show, Revisora Editora-Fundadora
e Mentora.
Wizzy fazia parte de um conjunto de teatro chamado 'The
African Ballet Of Dinamarca”, em Copenhague. Teve também um papel numa série de
TV dinamarquesa 'Strisser paa Samsoe'. Viajou pela Europa com a sua própria produção
participando de festivais. Wizzy é uma autora com três livros publicados: “Moment
Treasures”, um livro de poesia; "Como eles encontram um caminho" - Um
Jornal Criativo; e “Manjanja The Shining Red Fruit” um livro para crianças.
Produziu um filme 'When The Voice Sings' e documentários que
foram exibidos no festival internacional do cinema no Zimbábue.
Wizzy tem uma marca chamada Wizzy's Lounge e trabalha em
conjunto com uma equipa de media Heart of Africa Studios. Fizeram vários
projectos de filmagem incluindo o projecto de documentário de arte para o Zimbabwe National Gallery.
Ela tem um talk-show, Wizzy's
Lounge TITAURE, onde ela tem diferentes Artistas zimbabueanos como
convidados no programa. Ela também tem uma revista online (www.wizzyslounge.com) com enfoque no estilo de vida, artes
e cultura.
Wizzy tem sido júri num dos pioneiros programas de talentos
na televisão do Zimbabué, Starbrite 2016.
Ela orienta diferentes jovens artistas para ajudá-los a crescer na sua área de performance.
Wizzy Mangoma é vibrante e apaixonada por tudo que lhe foi
apresentado. Ela está ligada às organizações de caridade e sente que não importa
o que você passar, você ainda pode devolver e ser aquela vela de ESPERANÇA (HOPE).
27/09/17
História do Cerco de Lisboa no Theatro Circo
É já esta sexta-feira, dia 29, que a História do Cerco de Lisboa é apresentada em Braga, na Sala Principal do Theatro Circo. O espectáculo estará em cena até dia 4 de Outubro, num total de 5 representações.
A partir da obra homónima (sem diálogos) do escritor português, Prémio Nobel da Literatura em 1998, José Gabriel Antuñano (crítico de teatro e dramaturgo espanhol) criou a dramaturgia que diz ter “sido um osso duro de roer” mas que após, aproximadamente, meio ano de estudo ficou com uma ideia muito clara de como desenvolver dramaticamente os três planos em que se desenrola o texto acabando por escrever esta adaptação muito rapidamente. “Foi um exercício de reescrita que concentra o espírito do romance e que, sempre cenicamente falando, respeita o texto de Saramago, que contém passagens de grande força dramática”, concluiu.
Esta é uma co-produção entre quatro companhias de teatro portuguesas – Companhia de Teatro de Braga, Companhia de Teatro de Almada, Teatro dos Aloés e A Companhia de Teatro do Algarve – que para o encenador Ignacio García (também espanhol) é, justamente, um dos grandes actractivos deste espectáculo uma vez que estas “provém de territórios, estilos e estéticas teatrais muito diferentes” e que decidiram juntar-se para construir este espectáculo que é “um caso excepcional no panorama teatral luso”. Destaca ainda o facto de serem todos grandes actores de enorme experiência que “graças à diferença e tensões entre estilos assentam como uma luva numa história tão poliédrica”, e em que todo o elenco tem mostrado um compromisso absoluto com este projecto. “Esta equipa luso-espanhola, revela o espírito integrador de Saramago e o seu sonho de uma unidade ibérica entre espanhóis e portugueses”, resume.
Esta história parte de um acto de rebeldia criativa do revisor Raimundo, ao escrever um “não” nas provas de um livro onde se afirmava que em 1147 os cruzados tinham ajudado os portugueses na conquista de Lisboa aos mouros. Deste “não” surgirá também uma história de amor, entre o revisor e a directora literária Maria Sara – plasmada, de certo modo, nas personagens do soldado Mogueime e da barregã Ouroana. A adaptação de José Gabriel Antuñano vai ao encontro (e vai além) do tema central do romance de Saramago: a fronteira entre a realidade e a ficção, bem como a redenção pelo amor.
História do Cerco de Lisboa estreou a 5 de Julho no 34º Festival de Almada. O espectáculo fará cerca de 40 apresentações nas cidades de Almada, Amadora, Braga e Faro.
Um espectáculo a não perder, no Theatro Circo: 29 e 30 de Setembro, às 21h30; 1 de Outubro, às 16h00; 3 e 4 de Outubro; às 21h30.

FICHA ARTÍSTICA
encenação Ignácio Garcia
dramaturgia José Gabriel Antuñano
cenografia José Manuel Castanheira
figurinos Ana Paula Rocha
iluminação Guilherme Frazão
som Miguel Laureano
elenco Ana Bustorff, Elsa Valentim, João Farraia, Jorge Silva, José Peixoto, Luis Vicente, Pedro Walter, Rui Madeira, Tânia Silva
fotografia Rui Carlos Mateus
Co-produção: ACTA - A Companhia de Teatro do Algarve, Companhia de Teatro de Almada, Companhia de Teatro de Braga, Teatro dos Aloés.
Apoio: Fundação José Saramago
Esta é uma co-produção entre quatro companhias de teatro portuguesas – Companhia de Teatro de Braga, Companhia de Teatro de Almada, Teatro dos Aloés e A Companhia de Teatro do Algarve – que para o encenador Ignacio García (também espanhol) é, justamente, um dos grandes actractivos deste espectáculo uma vez que estas “provém de territórios, estilos e estéticas teatrais muito diferentes” e que decidiram juntar-se para construir este espectáculo que é “um caso excepcional no panorama teatral luso”. Destaca ainda o facto de serem todos grandes actores de enorme experiência que “graças à diferença e tensões entre estilos assentam como uma luva numa história tão poliédrica”, e em que todo o elenco tem mostrado um compromisso absoluto com este projecto. “Esta equipa luso-espanhola, revela o espírito integrador de Saramago e o seu sonho de uma unidade ibérica entre espanhóis e portugueses”, resume.
Esta história parte de um acto de rebeldia criativa do revisor Raimundo, ao escrever um “não” nas provas de um livro onde se afirmava que em 1147 os cruzados tinham ajudado os portugueses na conquista de Lisboa aos mouros. Deste “não” surgirá também uma história de amor, entre o revisor e a directora literária Maria Sara – plasmada, de certo modo, nas personagens do soldado Mogueime e da barregã Ouroana. A adaptação de José Gabriel Antuñano vai ao encontro (e vai além) do tema central do romance de Saramago: a fronteira entre a realidade e a ficção, bem como a redenção pelo amor.
História do Cerco de Lisboa estreou a 5 de Julho no 34º Festival de Almada. O espectáculo fará cerca de 40 apresentações nas cidades de Almada, Amadora, Braga e Faro.
Um espectáculo a não perder, no Theatro Circo: 29 e 30 de Setembro, às 21h30; 1 de Outubro, às 16h00; 3 e 4 de Outubro; às 21h30.

FICHA ARTÍSTICA
encenação Ignácio Garcia
dramaturgia José Gabriel Antuñano
cenografia José Manuel Castanheira
figurinos Ana Paula Rocha
iluminação Guilherme Frazão
som Miguel Laureano
elenco Ana Bustorff, Elsa Valentim, João Farraia, Jorge Silva, José Peixoto, Luis Vicente, Pedro Walter, Rui Madeira, Tânia Silva
fotografia Rui Carlos Mateus
Co-produção: ACTA - A Companhia de Teatro do Algarve, Companhia de Teatro de Almada, Companhia de Teatro de Braga, Teatro dos Aloés.
Apoio: Fundação José Saramago
14/09/17
Rui Madeira participa como professor e conselheiro artístico em Itália
O director da Companhia de Teatro de Braga, Rui Madeira,
encontra-se em Cagliari (Itália) a participar como professor e conselheiro artístico
do projecto Living Macbeth, da responsabilidade do Teatro Akròama.
| Rui Madeira |
Este projecto é uma residência artístico-criativa destinada
a promover e formar jovens artistas e que resultará na criação de dois
espectáculos: um para palco e outro para ser apresentado em espaço urbano.
O espectáculo direccionado para apresentação em espaço “convencional”
de teatro intitula-se “Farsa Nera” e tem dramaturgia de Valentina Capone e
Andrea Consentino.
O segundo, chama-se “Macbeth On The Road” e é um espectáculo,
do Urban Theater, que usará o centro histórico da cidade como espaço cénico com
o intuito de o promover e dinamizar. Neste espectáculo será protagonizado pelos
jovens artistas que participam nos laboratórios leccionados por Rui Madeira.
Esta é uma primeira fase do projecto que culminará com a
estreia de ambos os espectáculos em 2018.
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| Sala do Teatro Akròama, Cagliari (Sardenha) |
31/07/17
CTB regressa em Setembro com 2 reposições, 1 estreia e 1 acolhimento
No dia 27 de Julho, tivemos o último espectáculo da primeira
metade da temporada da Companhia de Teatro de Braga (CTB). Tivemos o prazer de
acolher a Companhia de Teatro de Almada, na Sala Principal do Theatro Circo,
com a peça O Feio de Marius von Mayenburg.
| O Feio (Companhia de Teatro de Almada) |
A CTB regressa, logo no início de Setembro (6 a 9), com a
reposição de No Alvo, de Thomas Bernhard. Espectáculo, estreado em 2015, com
encenação de Rui Madeira e elenco constituído por Sílvia Brito, Solange Sá,
Eduarda Filipa e Frederico Bustorff. Em Maio, na digressão ucraniana da CTB
(pelas cidades de Kherson, Kiev, Bila Tserkva e Mykolaiv) Sílvia
Brito (no papel de Mãe) foi considerada a melhor actriz do festival de teatro Melpomena Tavryy.
| A Mãe (Sílvia Brito) em No Alvo (Foto: Paulo Nogueira) |
No dia 12 de Setembro, a Companhia Tranvía Teatro (Saragoça)
– numa co-produção com Teatro del Astillero – apresenta no Pequeno Auditório do
Theatro Circo Milagro, de Luís Miguel
González Cruz. O espectáculo encenado por Cristina Yáñez propõe-nos que pensemos
sobre “o que aconteceria a alguém que, depois de ressuscitar, muda por completo
de ideias, de personalidade e de forma de ser? É outra pessoa? Que aconteceria
com o seu amor? Se apaixonar-se é um milagre, o que aconteceria a um
ressuscitado? Voltaria a apaixonar-se pela mesma pessoa por quem se apaixonou
antes de morrer?” Com Chema Ruiz, Maribel Bravo e Javier Anós.
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| Emma (Maribel Bravo) e Andrés (Chema Ruiz) em Milagro |
Continuando sob o signo de Viagem, apresentaremos dois espectáculos do nosso reportório em
Portugal e Espanha. O primeiro, no dia 16, no Teatro Regional da Serra de
Montemuro, é Ainda o Último Judeu e os
Outros. O texto escrito (propositadamente para a CTB) e dirigido por Abel
Neves conta a história de Daniel, um jovem de ascendência judia e obcecado com
o genocídio dos judeus durante a II Guerra Mundial. Daniel convoca os pais para
um encontro num local remoto que será palco de um desfecho inusitado.
| Ainda o Último Judeu e os Outros, escrito e dirigido por Abel Neves |
Logo no dia seguinte, 17 de Setembro, viajamos para Saragoça
onde apresentaremos o espectáculo que estreamos este ano: Os Cegos de Maurice
Maeterlinck. “Estes cegos estão afinal num trânsito forçado para o
Desconhecido, quiçá para a Morte. Estão afinal presos, paralisados e suspensos
pelos sentidos. Pela escuta. Estão unidos no silêncio, pelas Trevas. Na espera
de uma Palavra dita. Na identificação do Outro. E estão Sós. Lemos o ateu
Maeterlinck e seu Os Cegos, como um teatro de Almas penadas que vagueiam num
Lugar Inferno chamado Europa. São almas refugiadas, despidas, despojadas de
Tudo em busca de Paz.” Um espectáculo criado para comemorar os 10 anos da
Comunidade de Leitura de Textos dramáticos e no qual participam cidadãos de
braga e pessoas de outros países (Paquistão, Nepal, Congo…) que por razão do
mundo conturbado em que vivemos estão a viver nesta cidade.
| Os Cegos - um espectáculo no escuro, uma tragédia na Europa. (Foto: Paulo Nogueira) |
De 29 de Setembro até 4 de Outubro, apresentamos, em Braga,
a História do Cerco de Lisboa. A CTB – numa co-produção com A Companhia de
Teatro do Algarve, Companhia de Teatro de Almada e o Teatro dos Aloés (Amadora)
– leva a cena, no Theatro Circo, um espectáculo encenado por Ignacio Garcia e
dramaturgia de José Gabriel Antuñano a partir do texto homónimo de José Saramago.
Um elenco de excelência com caras bastante conhecidas do público: Ana Bustorff,
Elsa Valentim, João Farraia, Jorge Silva, José Peixoto, Luís Vicente, Pedro
Walter, Rui Madeira e Tânia Silva. “Quatro companhias do teatro independente
reúnem-se para uma realização rara de serviço público cultural: criar um
espectáculo a partir de um romance do Prémio Nobel da Literatura português que
será apresentado, após a estreia em Almada (5 e 6 de Julho, no 34º Festival de Almada),
em Braga, na Amadora e em Faro, num total de 37 representações. Para Ignacio
Garcia, o romance de Saramago consiste sobretudo na história de um “não”, e
numa reflexão sobre os mecanismos da criação literária. Para além das personagens
principais do romance, para a dramaturgia de José Gabriel Antuñano é também
convocado o próprio José Saramago, que estabelece um diálogo com o revisor
Raimundo, o protagonista desta história – que também é de amor.”
24/07/17
O Feio da Companhia de Teatro de Almada encerra a primeira metade da temporada da CTB
A primeira metade da temporada de 2017 está quase terminada. Antes da interrupção para férias, a Companhia de Teatro de Braga irá acolher um excelente espectáculo da Companhia de Teatro de Almada: O Feio de Marius Von Mayenburg.
A peça, encenada por Toni Cafiero, sobe ao palco da Sala Principal do Theatro Circo, no dia 27 de Julho, às 21h30. O Feio estreou, em 2016, no 33º Festival de Almada. Desde logo, considerado pela crítica e o público um êxito. Javier Villán, crítico do jornal espanhol El Mundo, aquando da ante-estreia, escreveu que “O Feio tem o ritmo de um vaudeville agradável, de uma alta comédia inclinada para o absurdo mais puro, contaminada pelo absurdo existencialista. Um diálogo agilíssimo, arguto e muito humor. E excelentes intérpretes que se desdobram em várias personagens”.
Uma crítica mordaz sobre a sociedade de consumo assente nas aparências e na imagem pessoal dos indivíduos. Um espectáculo extraordinário em que Villán destaca, ainda, a expressividade gestual e domínio do corpo por parte do elenco. O cenário, a iluminação e os figurinos completam um trabalho riquíssimo em que nada foi, obviamente, deixado ao acaso.
de Marius von Mayenburg
encenação de Toni Cafiero
Tradução Elena Probst e Rodrigo Francisco
Cenografia E Luz Toni Cafiero e Guilherme Frazão
Figurinos Sandra Dekanic
Selecção Musical Toni Cafiero
Movimento Catarina Câmara e Francesca Bertozzi
Desenho De Som Miguel Laureano
Assistente De Encenação Catarina Barros
A peça, encenada por Toni Cafiero, sobe ao palco da Sala Principal do Theatro Circo, no dia 27 de Julho, às 21h30. O Feio estreou, em 2016, no 33º Festival de Almada. Desde logo, considerado pela crítica e o público um êxito. Javier Villán, crítico do jornal espanhol El Mundo, aquando da ante-estreia, escreveu que “O Feio tem o ritmo de um vaudeville agradável, de uma alta comédia inclinada para o absurdo mais puro, contaminada pelo absurdo existencialista. Um diálogo agilíssimo, arguto e muito humor. E excelentes intérpretes que se desdobram em várias personagens”.
Uma crítica mordaz sobre a sociedade de consumo assente nas aparências e na imagem pessoal dos indivíduos. Um espectáculo extraordinário em que Villán destaca, ainda, a expressividade gestual e domínio do corpo por parte do elenco. O cenário, a iluminação e os figurinos completam um trabalho riquíssimo em que nada foi, obviamente, deixado ao acaso.
O FEIO
O senhor Lette, um inventivo engenheiro, descobre algo de aflitivo: é insuportavelmente feio. Por que é que ninguém ainda lho tinha dito? Após muita insistência, a sua mulher acaba por confessar-lho. Recorre-se à intervenção cirúrgica, e o renascimento de Lette como um homem belo e irresistível granjeia-lhe fama imediata. O cirurgião que o opera gosta tanto da sua obra que a regista e repete em série. O superior de Lette passa a utilizar a beleza do seu colaborador para atrair investidores ricos, mas o idílio da fama não será duradouro: à medida que se criam duplos, o valor de Lette diminui. E mesmo a sua mulher acabará por “desvalorizá-lo” também.
Marius von Mayenburg nasceu em Munique em 1972, tendo-se formado em Alemão Antigo. Em 1922 muda-se para Berlim, onde estuda dramaturgia entre 1994 e 1998. Em 1998 passou a integrar a direcção artística da Baracke, a sala experimental do Deutsches Theater de Berlim. A partir de 1999, juntamente com Thomas Ostermeier, muda-se para a Schaubühne am Lehniner Platz, onde permanece como dramaturgista residente.
Toni Cafiero formou-se na escola Jacques Lecoq, em Paris, e na Academia de Belas-Artes de Bolonha, onde cursou Cenografia. Como encenador trabalhou em Espanha, França, Áustria, Estados Unidos, Croácia, Argélia, Portugal, Turquia e, na área da formação, foi convidado pela RESAD de Madrid, pelo Instituto de Teatro de Barcelona, pelos Conservatórios de Nantes, Montpellier e de Sète, pela Escola Nacional de Chaillot, em Paris, e pela New York University.
Intérpretes André Pardal, João Farraia, João Tempera e Maria João FalcãoMarius von Mayenburg nasceu em Munique em 1972, tendo-se formado em Alemão Antigo. Em 1922 muda-se para Berlim, onde estuda dramaturgia entre 1994 e 1998. Em 1998 passou a integrar a direcção artística da Baracke, a sala experimental do Deutsches Theater de Berlim. A partir de 1999, juntamente com Thomas Ostermeier, muda-se para a Schaubühne am Lehniner Platz, onde permanece como dramaturgista residente.
Toni Cafiero formou-se na escola Jacques Lecoq, em Paris, e na Academia de Belas-Artes de Bolonha, onde cursou Cenografia. Como encenador trabalhou em Espanha, França, Áustria, Estados Unidos, Croácia, Argélia, Portugal, Turquia e, na área da formação, foi convidado pela RESAD de Madrid, pelo Instituto de Teatro de Barcelona, pelos Conservatórios de Nantes, Montpellier e de Sète, pela Escola Nacional de Chaillot, em Paris, e pela New York University.
Tradução Elena Probst e Rodrigo Francisco
Cenografia E Luz Toni Cafiero e Guilherme Frazão
Figurinos Sandra Dekanic
Selecção Musical Toni Cafiero
Movimento Catarina Câmara e Francesca Bertozzi
Desenho De Som Miguel Laureano
Assistente De Encenação Catarina Barros
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