17/12/10

Digressão 2010


Concerto "à la carte"
27 de Outubro - "FITO - Festival Internacional de Teatro de Ourense", Teatro Principal de Ourense, Espanha
22 de Maio - Teatro Viriato, Viseu
12 de Março - Teatro Aveirense, Aveiro
4 de Março - Teatro Académico de Gil Vicente, Coimbra
19 a 21 de Fevereiro - Teatro Municipal de Almada
12 de Fevereiro - Teatro Sá da Bandeira, Santarém
28 a 31 de Janeiro - Teatro Carlos Alberto, Porto

Sabina Freire
12 e 13 de Outubro - Teatro Garcia Resende, Évora
27 de Junho - "IV Festival das Companhias Descentralizas", Teatro da Cerca de São Bernardo, Coimbra
26 de Março - Museu dos Coches, Lisboa

O Escaravelho Contador
23 de Outubro - Auditório Municipal de Olhão
16 de Janeiro - Teatro Municipal da Guarda

Trilogia 1 José 2 Rubem 3 Fonseca (co-produção CTB, A Escola da Noite)
22 de Junho - "IV Festival das Companhias Descentralizas", Teatro da Cerca de São Bernardo - Coimbra

25/11/10

O Escaravelho Contador em Dezembro



 O Escaravelho Contador
de Manuel António Pina

9 a 12 de Dezembro - 10h30 / 15h
Pequeno Auditório do Theatro Circo

Como uma caixa dentro de uma caixa, dentro de uma caixa, dentro de uma caixa o escritor escreve as histórias que o escaravelho por sua vez lhe contou a ele e que o encenador transforma em imagens no teatro e que por sua vez os actores são os fazedores. Assim, o livro do Pina "Histórias que me contaste tu" se transforma em teatro para os mais novos que por sua vez levarão os mais crescidos a acompanhá-los nestas histórias vivas.
José Caldas

Autor: Manuel António Pina | Encenação e transposição cénica: José Caldas | Cenografia e figurinos: José António Cardoso | Actores: Carlos Feio, Jaime Soares, Rogério Boane, Solange Sá, Lina Nóbrega, André Laires | Desenho de luz: Fred Rompante | Fotografia de ensaio: Manuel Correia | Fotografia de cena: Paulo Nogueira | Grafismo: Carlos Sampaio, José A. Cardoso | Música criada colectivamente a partir de música tradicional portuguesa | M/4

Bilhete: 10€ (desconto de 50%: estudantes, reformados e protocolos)
3€ para grupos escolares (mínimo 10 pessoas)

18/11/10

Comunidade de Leitura Dramática



Projecto BragaCult
22 e 23 de Novembro - 21h30
Salão Nobre do Theatro Circo
Entrada Livre

Tem lugar nos próximos dias 22 e 23 de Novembro, às 21h30, no Salão Nobre do Theatro Circo, a segunda sessão da Comunidade de Leitura Dramática, oficina desenvolvida pela CTB – Companhia de Teatro de Braga no âmbito do projecto BragaCult.
O Despertar da Primavera, de Frank Wedekind, é a obra escolhida para a sessão de leitura pública que este mês decorre em dois dias: segunda-feira, parte I; terça-feira, parte II; sob orientação de Jaime Soares.
Benjamin Franklin Wedekind (Hanover, 24 de Julho, 1864 – Munique, 9 de Março, 1918) foi actor, dramaturgo, romancista e um dos precursores do movimento expressionista. O Despertar da Primavera (1890), a sua peça teatral mais conhecida, é um vibrante processo dos direitos do homem à sexualidade.

Recorde-se que Comunidade de Leitura Dramática é uma iniciativa, de entrada livre, que acontece mensalmente com o objectivo de criar condições para a destreza na verbalização da Palavra e para a experimentação sobre a sua pluralidade de sentidos, contribuindo para uma elevada cultura dramática.
Após a leitura, feita pelos inscritos na oficina, haverá debate.

BragaCult é um projecto da responsabilidade da Companhia de Teatro de Braga no âmbito das parcerias para a Regeneração Urbana do Centro Histórico de Braga e Regeneração Urbana do Rio Este, co-financiado pelo “ON.2 – O NOVO NORTE”, QREN através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e Câmara Municipal de Braga, no valor global de 304.350,00€.

21/10/10

Comunidade de Leitura Dramática



25 de Outubro – 21h30
Salão Nobre do Theatro Circo
Entrada livre

A CTB – Companhia de Teatro de Braga, no âmbito do projecto BragaCult, realiza no Salão Nobre do Theatro Circo, no próximo dia 25 de Outubro, pelas 21h30, a primeira sessão da Comunidade de Leitura Dramática, na qual decorrerá a leitura pública da obra A casa de Bernarda Alba, de Federico Garcia Lorca, orientada por Rui Madeira.
Com entrada livre e aberta ao público, Comunidade de Leitura Dramática é uma iniciativa que acontece mensalmente, com o objectivo de criar condições para a destreza na verbalização da Palavra e para a experimentação sobre a sua pluralidade de sentidos, contribuindo para uma elevada cultura dramática. Já que uma das dificuldades mais sentidas pelas pessoas, quer no contexto escolar, quer no contexto profissional, é a incapacidade para comunicar, motivada sobremaneira pela falta de hábitos de leitura.
Após a leitura, feita pelos inscritos na oficina, haverá debate.

BragaCult é um projecto da responsabilidade da Companhia de Teatro de Braga no âmbito das parcerias para a Regeneração Urbana do Centro Histórico de Braga e Regeneração Urbana do Rio Este, co-financiado pelo “ON.2 – O NOVO NORTE”, QREN através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e Câmara Municipal de Braga, no valor global de 304.350,00€.

20/10/10

Colóquio

Valle-Inclán no Theatro Circo
3 de Novembro – 15h
Sala de Actos do Instituto de Letras e Ciências Humanas
Universidade do Minho


A CTB – Companhia de Teatro de Braga e o Departamento de Estudos Românticos, do Instituto de Letras e Ciências Humanas (ILCH), da Universidade do Minho (UM), promovem o colóquio “Valle-Inclán no Theatro Circo”, no dia 3 de Novembro, às 15h.
A decorrer na Sala de Actos do ILCH, na UM, em Braga, a palestra, aberta ao público em geral, abordará a vida e obra de Ramón del Valle-Inclán, tendo como pano de fundo A Cabeça do Baptista, peça que a CTB estreou a 5 de Outubro e está em cena no Theatro Circo.
Na conferência estarão presentes Manuel Guede Oliva, encenador do espectáculo; actores do elenco e Xaquín Núñez Sabarís, professor da UM; a moderação estará a cargo de Carlos Pazos, professor da UM.
Ramón del Valle-Inclán (Vilanova de Arousa, Pontevedra, 1866 — Santiago de Compostela, 1936), notável autor da literatura espanhola, foi escritor, poeta, dramaturgo, principal renovador do teatro do século XX e criador de um modo teatral próprio: o “esperpento”, que se caracteriza pela distorção grotesca da realidade, com o implícito desígnio de criticar a sociedade. Republicano, manteve contacto com a intelectualidade portuguesa, publicou textos na imprensa nacional, traduziu obras de Eça de Queirós e foi membro da Sociedade de Amigos de Portugal.
Valle-Inclán foi também Professor Catedrático de Estética da Academia de Belas Artes de San Fernando (1916), Presidente do Ateneu de Madrid (1932) e Director da Academia Espanhola de Belas Artes de Roma (1933).

14/10/10

Concerto "à la carte" em Espanha



Concerto “à la carte”
de Franz Xaver Kroetz

27 de Outubro – 20h30
III FITO – Festival Internacional de Teatro de Ourense
Teatro Principal de Ourense
Espanha


A Companhia de Teatro de Braga vai participar no III FITO – Festival Internacional de Teatro de Ourense com Concerto “à la carte”. A decorrer de 22 a 31 de Outubro, na Galiza, em Espanha, a peça de Franz Xaver Kroetz sobe ao palco do Teatro Principal de Ourense, dia 27, pelas 20h30.
Encenado por Rui Madeira, Concerto “à la carte” é um espectáculo construído em partitura de silêncios, meticulosamente orquestrada pela Sr.ª Rasch, uma mulher solitária, com uma vida pautada por rotinas, numa grande interpretação de Ana Bustorff.

Já apresentado em vários palcos nacionais, bem como em Cagliari (Itália), a peça regressa a Espanha em Janeiro de 2011 (dias 14 e 15), desta a feita, no Centro Dramático Galego, em Santiago de Compostela.

Interpretação Ana Bustorff | Encenação Rui Madeira | Assistentes de encenação Frederico Bustorff Madeira, Solange Sá | Tradução Maria Adélia Silva Melo | Cenografia Carlos Sampaio | Figurinos Sílvia Alves | Desenho de luz Fred Rompante | Desenho de som Pedro Pinto | Fotografia de cena Paulo Nogueira | M/12

08/10/10

O Escaravelho Contador em Olhão




O Escaravelho Contador
de Manuel António Pina

23 de Outubro – 16h
Auditório Municipal de Olhão


O Escaravelho Contador viaja até Olhão e, no próximo dia 23 de Outubro, apresenta-se no Auditório Municipal, pelas 16h, para contar histórias vivas a miúdos e graúdos.
Partindo da obra “Histórias que me contaste tu” de Manuel António Pina, a peça infantil da Companhia de Teatro de Braga, com encenação e transposição cénica José Caldas, leva à cena um conjunto de contos que têm como elemento comum o escaravelho.
O Escaravelho Contador é um apelo à fantasia, com uma boa dose de música, alegria e surpresa.

Como uma caixa dentro de uma caixa, dentro de uma caixa, dentro de uma caixa o escritor escreve as histórias que o escaravelho por sua vez lhe contou a ele e que o encenador transforma em imagens no teatro e que por sua vez os actores são os fazedores. Assim, o livro do Pina "Histórias que me contaste tu" se transforma em teatro para os mais novos que por sua vez levarão os mais crescidos a acompanhá-los nestas histórias vivas.
José Caldas

Autor: Manuel António Pina | Encenação e transposição cénica: José Caldas | Cenografia e figurinos: José António Cardoso | Actores: Carlos Feio, Jaime Soares, Rogério Boane, Solange Sá, Lina Nóbrega, André Laires | Desenho de luz: Fred Rompante | Fotografia de ensaio: Manuel Correia | Fotografia de cena: Paulo Nogueira | Grafismo: Carlos Sampaio, José A. Cardoso | Música criada colectivamente a partir de música tradicional portuguesa | M/4

07/10/10

Sabina Freire em Évora

 


12 e 13 de Outubro - 21h30
Teatro Garcia de Resende
 Évora



É já na próxima semana, dias 12 e 13 de Outubro (21h30), que a Companhia de Teatro de Braga e A Escola da Noite apresentam a co-produção Sabina Freire de Manoel Teixeira-Gomes, com encenação de Rui Madeira, no Teatro Garcia de Resende, em Évora.
O espectáculo incluído  no programa das Comemorações do Centenário da República, para além de Braga (Theatro Circo) e Coimbra (Teatro da Cerca de São Bernardo), foi também apresentado em Lisboa (Museu dos Coches), no âmbito das comemorações oficiais do Dia Mundial do Teatro pela Presidência da República.
Esta apresentação em Évora decorre no âmbito da Plataforma das Companhias  — um grupo informal que reúne seis companhias de teatro profissional (A Escola da Noite, ACTA, CENDREV, Companhia de Teatro de Braga, Teatro das Beiras e Teatro de Montemuro) e da rede Culturbe — um projecto de programação em rede entre o Theatro Circo (Braga), o Teatro da Cerca de São Bernardo (Coimbra) e o Teatro Garcia de Resende (Évora).


Sabina Freire. O espectáculo e os Portugueses. Em Sabina Freire, sejamos claros, estamos numa verdadeira luta de cabeças. E essa luta é uma luta de fêmeas! As mulheres mandam. Os homens fazem parte do universo dos fantoches (o bando, como lhes chama Sabina). Mesmo quando Júlio se atreve a abandonar a dor de cabeça para o confronta derradeiro com Sabina, o resultado é ficar finalmente a conhecê-la.

Encenação: Rui Madeira | Actores da CTB: Solange Sá (Sabina Freire), André Laires (Júlio Freire), Jaime Soares (Dr. Fino), Carlos Feio (Padre Correia e Procurador Ferreira), Thamara Thaís (Francisca) | Actores d’A Escola da Noite: Sílvia Brito (Maria Freire), António Jorge (Augusto César e Ministro), Ricardo Kalash (Epifânio), Miguel Magalhães (Josezinho Soares), Lina Nóbrega (Josefina) | Cenografia: Rui Anahory | Figurinos: Sílvia Alves | Desenho de Luz: Fred Rompante | Criação de Som e Imagem: Luís Lopes | Criação Gráfica: Carlos Sampaio | Fotografia: Paulo Nogueira | M/12

06/10/10

Intercâmbio

A Companhia de Teatro de Braga, no âmbito das relações que mantém com os Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e a Cena Lusófona, dá continuidade ao projecto de intercâmbio cultural. Hélder Manhique, coordenador do gabinete de comunicação e imagem da Companhia Nacional de Canto e Dança de Moçambique, está na CTB para realizar um estágio de Produção e Comunicação, com a duração três meses.

10/09/10

A Cabeça do Baptista


Manuel Guede Oliva, encenador de A Cabeça do Baptista, fala do espectáculo de Valle-Inclán com estreia marcada para 5 de Outubro no Theatro Circo. Veja o video.



A Cabeça do Baptista tem site próprio, visite-o.

06/09/10

Últimas apresentações


Concerto "à la carte"
de Franz Xaver Kroetz
21 a 24 de Setembro - 21h30
Theatro Circo

Concerto “à la carte”, da CTB - Companhia de Teatro de Braga, regressa à sala principal do Theatro Circo para uma curta série de representações – as últimas em Braga, de 21 a 24 de Setembro, às 21h30.

A peça, de Franz Xaver Kroetz, é um monólogo sem palavras, um espectáculo de existência, no qual Ana Bustorff interpreta a Sr.ª Rasch, uma senhora solitária igual a tantas que moram no apartamento ao lado, que se cruzam connosco no supermercado, a quem olhamos sem ver e que morrem sem sabermos e sem elas mesmas darem por isso.

O espectáculo, com encenação de Rui Madeira, será também apresentado em Espanha: em Outubro (27), no Teatro Principal de Ourense, no âmbito do FITO – Festival Internacional de Teatro de Ourense, e em Janeiro (14 e 15), no Centro Dramático Galego, em Santiago de Compostela. Recorde-se que Concerto “à la carte” já foi apresentado em Castro Daire; Porto, no Teatro Carlos Alberto, integrado no ciclo “Solos”; Santarém; Almada; Aveiro; Coimbra, no Teatro Académico Gil Vicente, incluído no ciclo “Do monólogo, coisa pública”; Viseu; e Cagliari (Itália), no Festival “Superquattro - Teatro no Feminino”.

Interpretação Ana Bustorff Encenação Rui Madeira Assistentes de encenação Frederico Bustorff Madeira, Solange Sá Tradução Maria Adélia Silva Melo Cenografia Carlos Sampaio Figurinos Sílvia Alves Desenho de luz Fred Rompante Desenho de som Pedro Pinto Fotografia Paulo Nogueira

Bilhetes: 12€ (desconto de 50%: estudantes, reformados e protocolos)
M/12

15/07/10

Contos de José



O Jornal de Letras publicou, na sua última edição, a crítica teatral de Helena Simões referente ao espectáculo 3Fonseca da Trilogia 1José 2Rubem 3Fonseca, uma co-produção entre a CTB e A Escola da Noite. Aqui fica o excerto:

“Compreende-se o fascínio por esse autor brasileiro não dramaturgo, mas cujos textos se prestam à dramatização, e que resultou em três espectáculos autónomos (…). No dia em que estive, pude ver o terceiro (3Fonseca): trata-se de onze textos, ou em alguns casos de mini textos confessionais, transformados numa zona que sonda descendo à vida humana na sua curta mas dramática imagem. Uma série de flashes para os inferninhos, alguns tipicamente brasileiros, curiosamente, como que bem-dispostos e sobretudo apanhados no próprio momento da queda, pelos intérpretes das duas Companhias (…). Quem encenou com eficácia e saber, mas sobretudo dirigiu primorosamente os actores, foi o director da Escola da Noite, António Augusto Barros. A qualidade maior foi a de saber harmonizar actores de duas Companhias, a tal ponto que não reconhecemos as pertenças de origem. De realçar igualmente o guarda-roupa, expressivo e rigoroso a sinalar o deslizamento para uma sub-humanidade incurável. Um dispositivo cénico minimal, bem iluminado, feito de objectos que prolongam as personagens, num palco novo, de um teatro construído de raíz, o Teatro da Cerca de São Bernardo, espaço feliz e bem organizado.”

12/07/10

Oficina Bacantes – Uma orgia do poder no V Circuito de Teatro Português


A CTB cancelou a apresentação de Concerto “à la carte”, monólogo de Franz Xaver Kroetz interpretado por Ana Bustorff, no Brasil. Tal como anunciado, o espectáculo iria integrar o V Circuito de Teatro Português que se realiza de 16 a 24 Julho, em São Paulo, porém, respostas negativas (e fora de tempo) do Instituto Camões e da Direcção-Geral das Artes sobre o apoio à deslocação do espectáculo obrigaram a esta decisão.

Nesta contingência, a CTB garante apenas a presença do seu director, Rui Madeira, na direcção da Oficina sobre interpretação: Bacantes - Uma Orgia do Poder, em São Carlos, de 14 a 20, e um workshop de interpretação, em São Paulo, dia 21, dentro da programação do Festival. Estará ainda presente na abertura do evento dia 16 de Julho, como director da CTB e da Cena Lusófona.

29/06/10

O corte de 10% nos contratos do Ministério da Cultura


PLATAFORMA DAS COMPANHIAS

A Escola da Noite (Coimbra) . ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve . CENDREV – Centro Dramático de Évora . Companhia de Teatro de Braga . Teatro das Beiras . Teatro do Montemuro


O corte de 10% nos contratos do Ministério da Cultura

O Governo decidiu cortar em 10%, para o ano de 2010, todos os financiamentos à criação artística que resultam dos contratos assinados entre o Ministério da Cultura e os agentes culturais.

Trata-se, nas palavras da própria Ministra, que o aceita e justifica, de um “corte cego”, indiferente à altura do ano em que é anunciado, ao grau de execução das actividades a que os criadores se haviam comprometido com o Governo, e às diferentes realidades – estruturais, organizativas, em matéria de responsabilidades e encargos assumidos – que o Ministério da Cultura teria obrigação de conhecer e de distinguir entre aquilo que designa por “artistas independentes”. A notícia deste corte veio encontrar reunidas em Coimbra, no Festival que anualmente organizam, as seis companhias de teatro profissional que integram a Plataforma das Companhias, uma estrutura informal de intercâmbio, debate e reflexão.

No seu conjunto, estas seis companhias empregam nos seus quadros, em permanência, mais de uma centena de pessoas – têm, em média, 17 colaboradores permanentes. Todas são financiadas pelo Ministério da Cultura, ao abrigo de contratos pluri-anuais que resultam de candidaturas aprovadas por júris nomeados pela Direcção-Geral das Artes, com valores que variam entre os 200 e os 320 mil Euros/ano. Este corte significará uma perda entre os 20 e os 32 mil Euros nas receitas previstas até ao final do ano, que inevitavelmente se reflectirá em perda de postos de trabalho, em cancelamento de produções e em paralisação da actividade. Falamos de estruturas profissionais organizadas, com custos permanentes e responsabilidade social: salários, segurança social, contratos com fornecedores já celebrados, etc.

Perante tão sérias consequências e após rasgar os contratos que connosco assinara, a Ministra pede-nos, num e-mail enviado no passado sábado, “solidariedade” com o “esforço nacional”. Reconhece as “dificuldades endémicas associadas a esta área”, “lamenta” a situação e manifesta-nos a sua própria “solidariedade”.

No âmbito da Plataforma das Companhias e noutros foruns de discussão, estas seis companhias vêm desde há muito chamando a atenção dos sucessivos Governos, Ministros da Cultura e Directores-Gerais para as tais “dificuldades endémicas” do sector. A primeira das quais – a falta de financiamento público – foi aliás reconhecida pelo Primeiro- Ministro José Sócrates. Em campanha eleitoral, é certo. Em campanha eleitoral, ainda por cima – naquela altura em que é suposto os governantes assumirem compromissos com os eleitores e clarificarem o que se propõem fazer.

Em vários documentos publicados e enviados aos titulares de cargos com responsabilidades na definição e na concretização de políticas culturais, temos apresentado propostas concretas para a definição de uma estratégia nacional neste domínio, capaz de dotar o sector de uma sustentabilidade mínima, que lhe permitisse funcionar devidamente em alturas normais e sobreviver a uma situação de crise, como a que actualmente atravessamos. Propostas que visavam a racionalidade na distribuição dos dinheiros públicos, a consolidação das estruturas de criação existentes, a criação de condições para uma circulação regular dos espectáculos financiados pelo Estado, a existência de apoios mínimos para a internacionalização, a regulamentação do estatuto profissional dos artistas, um real incentivo ao mecenato cultural, a complementaridade entre o investimento público nacional e os fundos comunitários, a definição de um quadro que regulasse a articulação entre Estado Central e autarquias, entre outros.

Todos estes contributos foram sendo ignorados e continuamos até hoje com a mais perversa das formas de política cultural: a que promove uma espécie de assistencialismo aos tais “artistas independentes” com os quais a Ministra agora se solidariza. Uma “política cultural” que convive de forma acrítica, resignada e cúmplice com o mais feroz ataque feito pelo Estado à criação artística nacional nas últimas décadas.

Nas “explicações” que procura dar aos agentes culturais, a Ministra deixa claro a forma como pensa o sector: um conjunto de projectos avulsos, que se fazem ou não se fazem consoante haja dinheiro, ou que podem dimensionar-se e redimensionar-se, de um momento para o outro, ao sabor da disponibilidade orçamental que o Governo decide ter. É a permanência desta maneira de encarar a criação artística, que o Ministério da Cultura tem estimulado em vez de contrariar, que permite a um Ministro das Finanças tomar decisões tão danosas e arbitrárias como esta.

Recusamo-nos a aceitar a desculpa da crise. Todos sabemos que as verbas que agora nos pretendem retirar – aquelas de que depende a nossa sobrevivência – são, no conjunto do défice, verbas irrisórias que nada resolvem. Além disso, ao longo dos últimos anos, o orçamento dedicado à cultura vem sofrendo sucessivos cortes, ao arrepio dos discursos e dos anúncios oficiais e dos programas eleitorais e de governo apresentados pelos responsáveis políticos. As referências às “medidas similares” na “maioria dos outros países da Europa dos 27”, com as quais a Ministra tenta atenuar o impacto deste corte, são por isso deslocadas: esquecem que o investimento feito em anos anteriores e a solidez do sector (incluindo a protecção social aos trabalhadores afectados pela crise) são radicalmente diferentes. Não podemos pretender ser europeus nos cortes quando não o somos nos orçamentos.

Assumimos naturalmente as nossas responsabilidades e desejamos contribuir para o combate à crise. Sabemos, até, que temos um papel importante a desempenhar, enquanto criadores, na construção de uma sociedade mais culta, mais esclarecida, mais cosmopolita, mais solidária, mais justa, mais humana. Mas recusamo-nos, por isso mesmo, a servir de pretexto para oportunismos cínicos ou de areia atirada para os olhos da opinião pública por responsáveis políticos que parecem mais interessados em assegurar o seu próprio lugar do que em cumprir as funções para as quais foram nomeados.

As companhias de teatro profissional financiadas pelo Estado ao abrigo de contratos pluri-anuais, entre as quais se encontram estas seis estruturas, representam a esmagadora maioria do teatro que é feito em Portugal. É através delas que o Estado assegura, em complemento ao trabalho feito pelos dois Teatros Nacionais, a prestação do serviço público de criação teatral. Colocar em risco a sua sobrevivência e condená-las a um sufoco ainda maior do que aquele em que já vivem é ameaçar todo o sistema teatral português. Fazê-lo desta forma, quebrando compromissos assumidos em contratos (na base dos quais elas assumiram encargos e responsabilidades com pessoas e entidades terceiras) é mais do que uma irresponsabilidade. É a demonstração evidente de que a actividade de criação artística é, para este Governo, algo que o país pode dispensar.

Não aceitamos esta “inevitabilidade”. E expressamos, apesar do contexto adverso em que o Governo insiste em colocar-nos, a nossa disponibilidade para debater com o Ministério as nossas propostas, tanto no que diz respeito à estruturação do tecido teatral e do sistema de financiamento da criação artística, como na procura de outras soluções para lidar com a crise que não sejam estes cortes “cegos”.

Coimbra, 28 de Junho de 2010.

A Escola da Noite (Coimbra)
ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve
CENDREV – Centro Dramático de Évora
Companhia de Teatro de Braga
Teatro das Beiras (Covilhã)
Teatro do Montemuro (Campo Benfeito, Castro Daire)

28/06/10

Projecto BragaCult



O BragaCult tem blogue próprio. Para saber mais sobre o projecto e as acções que se vão realizar visite:

15/06/10

IV Festival das Companhias

 22 a 27 de Junho
Coimbra

Co-produções entre a Companhia de Teatro de Braga e A Escola da Noite no primeiro e último dias do IV Festival das Companhias, que se realiza, este ano, em Coimbra, sob a organização d’A Escola da Noite.
Fonseca, o terceiro espectáculo da Trilogia 1José 2Rubem 3Fonseca, a partir de contos de Rubem Fonseca, tem honras de abertura, dia 22 de Junho (21h30), ficando o encerramento, no dia 27 de Junho (21h30), a cabo de Sabina Freire, de Manoel Teixeira-Gomes.

O Festival das Companhias é uma iniciativa de seis estruturas profissionais de criação teatral sediadas fora dos dois principais centros urbanos do país: A Escola da Noite (Coimbra), ACTA (Algarve), CENDREV (Évora), Companhia de Teatro de Braga, Teatro das Beiras (Covilhã) e Teatro de Montemuro (Campo Benfeito, Castro Daire). Reunidas desde 2004 na Plataforma das Companhias, estas estruturas têm aprofundado relações de inter-conhecimento e de colaboração, através de reuniões regulares para discutir assuntos de interesse comum, do estabelecimento de intercâmbios e de redes de circulação de espectáculos, da concretização de co-produções e da organização deste Festival, que passou já por Faro (2005), Braga (2008) e Campo Benfeito, Castro Daire e Lamego (2009).

Para além dos espectáculos das companhias envolvidas, o programa desta IV edição inclui, também, várias iniciativas de debate, a realização de uma feira do livro de teatro no Teatro da Cerca de São Bernardo, ao longo de toda a semana, e conversas entre artistas e espectadores no final de cada espectáculo.


O IV Festival das Companhias tem espaço próprio na blogosfera e pode ser visitado aqui.


Programa completo:

Terça-feira, 22 de Junho
15h00 Sessão de abertura TCSBar
21h30 Fonseca de Rubem Fonseca A Escola da Noite / Companhia de Teatro de Braga TCSB 2h00 > M/16 > 6 a 10,00 Euros
23h30 Conversa com o público A Escola da Noite / Companhia de Teatro de Braga TCSBar entrada livre

Quarta-feira, 23 de Junho
18h00 Mesa-redonda: Edição teatral e dramaturgia contemporânea em Portugal: o contributo das companhias Livraria Almedina Estádio entrada livre
22h00 Cirineu de Fernando Paulouro Teatro das Beiras Pátio da Inquisição [espectáculo ao ar livre] 1h25 > M/12 > entrada livre


Quinta-feira, 24 de Junho
15h00 Mesa-redonda: A criação artística nas cidades médias com a participação dos/as vereadores/as da cultura e dos directores/as regionais da cultura abrangidos pela Plataforma Casa Municipal da Cultura – Sala Sá de Miranda entrada livre
21h30 O Fim de António Patrício Centro Dramático de Évora TCSB 1h05 > M/12 > 6 a 10,00 Euros
22h45 Conversa com o público Centro Dramático de Évora TCSBar entrada livre


Sexta-feira, 25 de Junho
10h00 Debate: O sistema teatral português: financiamento e circulação da criação artística com representantes do Ministério da Cultura, da CCDRC e de estruturas públicas de programação teatral TCSB entrada livre
22h00 Presos por uma corrente de ar Teatro de Montemuro Pátio da Inquisição [espectáculo ao ar livre] 1h00 > P/ todos > entrada livre


Sábado, 26 de Junho
10h30 Mesa-redonda: As companhias e os seus públicos: estratégias de comunicação e de circulação de espectáculos com a participação de representantes das seis companhias da Plataforma TCSBar entrada livre
15h00 Mesa-redonda: Trabalhar em parceria: co-produções, intercâmbio e mobilidade entre companhias com a participação de representantes das seis companhias da Plataforma TCSB (Bar) entrada livre
21h30 George Dandin de Molière ACTA – Companhia de Teatro do Algarve TCSB 1h15 > M/12 > 6 a 10,00 Euros
22h45 Conversa com o público ACTA – Companhia de Teatro do Algarve TCSBar entrada livre


Domingo, 27 de Junho
21h30 Sabina Freire de Manoel Teixeira-Gomes Companhia de Teatro de Braga / A Escola da Noite TCSB 2h00 > M/12 > 6 a 10,00 Euros
23h30 Conversa com o público Companhia de Teatro de Braga / A Escola da Noite TCSBar entrada livre


22 a 27 de Junho
Feira do livro de teatro TCSB 10h00 - 24h00

04/06/10

Projecto BragaCult



BragaCult
projecto de intervenção cultural
no núcleo histórico e urbano de braga


A Companhia de Teatro de Braga apresentou, em conferência de imprensa, o Projecto BragaCult, programa que visa a revitalização cultural da zona histórica e urbana da cidade, a partir de novas propostas e dinâmicas que, de modo sustentado, garantam a participação activa das populações, na busca de melhores públicos e mais qualificada cidadania.

O Projecto BragaCult está inserido nas parcerias para a Regeneração Urbana do Centro Histórico de Braga e Regeneração Urbana do Rio Este, co-financiado pelo “ON.2 – O NOVO NORTE” e QREN através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e a Câmara Municipal de Braga, no valor global de 304.350,00€.

Em colaboração com as estruturas e instituições existentes, o Projecto BragaCult irá desenvolver um trabalho de longa duração com os habitantes das respectivas zonas, para tal foram criadas uma série de oficinas que vão desde Oficinas de Imaginação nos ATL ou fora; de Experimentação, sobre várias áreas e saberes como Construção de Instrumentos e Orquestra a partir do lixo; de Escrita; de Criação Vídeo; de Criação Sonora; etc. E outras mais viradas para a área escola, o teatro escolar e a formação nalgumas áreas técnicas da comunicação (professores).

Junto da população mais idosas e partindo dos Centros de Dia, de outras instituições ou grupos, o  BragaCult incidirá sobre a Memória e a Rememoração dos Sentidos e da Vida, levando os habitantes dos vários quarteirões à redescoberta da memória e da história do Lugar, do Prazer de Viver, ao sentido de pertença e a dar Testemunho escrito, oral e físico da (sua) história.  

Para pessoas do 8 aos 80 anos, sensibilizando-as através de novas práticas para a importância da dinâmica Cultural no viver social, pretende-se, assim, criar hábitos culturais e práticas de fruição em zonas particulares da cidade.

As inscrições para as diferentes oficinas já estão abertas e podem ser feitas aqui.

01/06/10

Shakespeare no Theatro Circo



Troilo e Créssida
de William Shakespeare

co-produção CTB – Companhia de Teatro de Braga, CTA – Companhia de Teatro de Almada e ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve

3 a 5 de Junho – 21h30
Sala Principal do Theatro Circo


Sinopse:
A acção passa-se em Tróia junto às muralhas da cidade, onde os reis gregos montaram acampamento, decididos a vingar a honra de um deles – Menelau, rei de Esparta – a quem o troiano Paris raptou Helena, sua mulher. A guerra de Tróia eterniza-se. Os chefes gregos perdem-se em querelas pessoais e em discussões estéreis. Em Tróia – cercada –, a vida continua.

Personagens troianas: Príamo, rei de Tróia, e seus filhos Heitor, Troilo, Páris; Eneias, um príncipe, e Pândaro, tio de Créssida; Andrómaca, mulher de Heitor, Cassandra, filha de Príamo, e Créssida, filha de Calcas, que embora se trate de um sacerdote troiano, traiu a pátria e juntou-se ao acampamento grego.

Personagens gregas: Helena, a viver em Tróia; Agamémnon, general grego e chefe da expedição de ataque a Tróia; Menelau, irmão de Agamémnon, Aquiles, rei dos Mirmidões; Ájax, um príncipe. Ainda outros generais gregos – Ulisses, Nestor e Diomedes –, Pátrocolo, amante de Aquiles, e Térsito, «um grego disforme e ignóbil».

Troilo, filho do Rei Príamo, ama Créssida, cujo pai, Calcas, se passou para o campo grego. Créssida vive com o seu tio Pândaro, que a faz encontrar-se com Troilo. Mas Calcas persuade Agamémnon a trocar a sua filha por um prisioneiro troiano. O grego Diomedes irá buscar Créssida e levá-la para o campo dos gregos. Troilo aproveita uma trégua para visitar Créssida e vai encontrá-la nos braços de Diomedes. A peça termina com a morte ignóbil de Heitor, antecipando-se a queda próxima de Tróia.


Ficha técnica e artística:
Texto: William Shakespeare
Encenação: Joaquim Benite com José Martins
Tradução: António Conde
Cenário e Figurinos: Christian Rätz
Colaboração Cenográfica (cortejo): Gonçalo Marto
Desenho de Luz: José Carlos Nascimento
Som: Guilherme Frazão
Penteados: Miguel Moleno
Esgrima Artística/Combate Cénico: Carlos Pereira
Colaboração Coreográfica: Jean Paul Bucchieri
Assistência de Cenografia: Joana Ferrão
Assistente de Encenação: Rodrigo Francisco e Teresa Gafeira
Elenco: André Laires; Jaime Soares; Mónica Lara (actores da CTB); Alberto Quaresma, André Albuquerque, André Gomes, André Silva, Carlos Pereira, Carlos Santos, Celestino Silva, Ivo Alexandre, João Abel, Luís Vicente, Luzia Paramés, Manuel Mendonça, Maria Frade, Mário Spencer, Marques d’Arede, Miguel Martins, Tânia Silva


Bilhetes: 12€ (desconto de 50%: estudantes, reformados e protocolos)
M/12

25/05/10

TROILO E CRÉSSIDA



Troilo e Créssida
de William Shakespeare

3 a 5 de Junho – 21h30
Sala Principal do Theatro Circo


A CTB – Companhia de Teatro de Braga, em co-produção com a CTA - Companhia de Teatro de Almada e a ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve, apresenta Troilo e Créssida, de William Shakespeare, de 3 a 5 Junho (21h30), na Sala Principal do Theatro Circo.

Inédita em Portugal, a peça – estreada no Teatro Municipal de Almada, no dia 29 de Abril, e já apresentada no Auditório Municipal de Lagoa, no dia 22 de Maio –, era um velho projecto do encenador Mário Barradas, que morreu meses antes de se iniciarem os ensaios.

Dirigida por Joaquim Benite e José Martins, Troilo e Créssida conta a história do amor arrebatado e trágico, vivido durante a guerra de Tróia, entre o herói Troilo e a grega Créssida, cujas personagens são interpretadas por André Laires e Mónica Lara, actores da CTB.

A peça leva à cena 20 actores, entre os quais Luís Vicente, Marques D’Arede, Carlos Santos, Luzia Paramés, Alberto Quaresma, Maria Frade, André Gomes, Jaime Soares, Ivo Alexandre e Mário Spencer. A cenografia e os figurinos são do francês Christian Rätz, cenógrafo do Thèâtre National de Strasbourg.

Considerado um texto menor ao longo de quase dois séculos – foi escrito no início do século XVII –, Troilo e Créssida impressionou grandes criadores contemporâneos pela crueza com que retrata o carácter duvidoso dos heróis da Guerra de Tróia, mais interessados na afirmação dos seus interesses mesquinhos e venais, do que num esforço colectivo de vitória. Paixões ocultas, combates à espada, jogos de pura intriga ou de desbragada comédia, enredam as personagens, que, embora provenham da tradição grega antiga e da literatura inglesa medieval, estão muito próximas da insegurança anti-heróica em que hoje vivemos, das estratégias com que tentamos sobreviver num mundo de enganos, de um genuíno apego à vida, menos preocupado com moralizações fáceis do que com a compreensão do tempo que nos coube.

17/05/10

A terceira estreia!


1JOSÉ, o terceiro espectáculo da trilogia José Rubem Fonseca, estreia dia 19, quarta-feira, às 21h30, no Theatro Circo; desta vez os contos do autor brasileiro são Agora você (ou José e os seus irmãos) e Passeio Noturno I, O Cobrador, Raimundinha, O Outro, A Escolha, Passeio Noturno II e Hildete. Faça-nos companhia!

de 19 a 22 de Maio, 21h30, Pequeno auditório do Theatro Circo

A “trilogia 1JOSÉ 2RUBEM 3FONSECA” é uma co-produção d’A Escola da Noite e da Companhia de Teatro de Braga.

Informações e reservas pelos telefones 253 203 800 ou 253 217 167.

M/16 | textos Rubem Fonseca | encenação António Augusto Barros | elenco Allex Miranda | António Jorge | Carlos Feio | Igor Lebreaud | Lina Nóbrega | Maria João Robalo | Mário Montenegro | Miguel Magalhães | Rogério Boane | Sílvia Brito | Solange Sá | figurinos Ana Rosa Assunção | desenho de luz Jorge Ribeiro | som Eduardo Gama

14/05/10

"E agora José"



 
“Agora você” é um dos textos apresentados em 1José, a última parte da Trilogia 1José 2Rubem 3Fonseca, e foi inspirado no poema de Carlos Drummond de Andrade.

13/05/10

Estreia adiada

A CTB - Companhia de Teatro de Braga e A Escola da Noite informam que, por motivos técnicos, a estreia de 1José, a última parte da Trilogia 1José 2Rubem 3Fonseca, foi adiada para quarta-feira (19), às 21h30.

Em cena no Theatro Circo até 22 de Maio, Trilogia 1José 2Rubem 3Fonseca, com encenação de António Augusto Barros, leva à cena mais 20 contos do ensaísta e romancista, Rubem Fonseca – Prémio Camões 2003 e Prémio Juan Rulfo.

Foi, de resto, a riqueza da obra de Rubem Fonseca, com textos de grande intensidade dramática, aliada à grande qualidade artística do elenco, que levou a que em vez de um, fossem criados três espectáculos autónomos, mas onde os espectadores que virem os três poderão perceber soluções de continuidade.

Já apresentado, nos dias 8 e 9, 3Fonseca teve grande aceitação por parte do público. Até dia 16 é a vez de 2Rubem subir ao palco (21h30, dia 16 às 16h).

Trilogia 1José 2Rubem 3Fonseca é o segundo momento do ciclo de co-produções entre as companhias de Braga e Coimbra, o primeiro foi Sabina Freire, de Manoel Teixeira-Gomes, encenado por Rui Madeira.

Informações e reservas pelos telefones 253 217 167 ou 253 203 800.

12/05/10

Sobre Rubem Fonseca


Na segunda co-produção, A Escola da Noite e a Companhia de Teatro de Braga exploraram o universo literário de Rubem Fonseca. A intensidade dos seus contos e o entusiasmo que envolveu todo o processo criativo levou a que em vez de um único espectáculo, uma trilogia de espectáculos fosse produzida.

Para conhecer (e entusiasmar-se como nós…) o universo do autor brasileiro visite o portal Rubem Fonseca, onde para além da bibliografia, encontra críticas, crónicas e até excertos dos seus contos

11/05/10

A segunda estreia é hoje!


O segundo momento da trilogia Rubem Fonseca estreia hoje: 2Rubem, com a apresentação de cinco narrativas, com os sugestivos títulos O Buraco na Parede, Caderninho de Nomes, Eu seria o homem mais feliz do mundo se pudesse passar uma noite com você, Copromancia e Soma zero.

co-produção A Escola da Noite e Companhia de Teatro de Braga “trilogia 1.José 2.Rubem 3.Fonseca”

2Rubem  11 a 16
1José 18 a 22 de Maio

até 22 de Maio, terça a sábado, 21h30 (o espectáculo do dia 16 é às 16h) Theatro Circo
Reservas pelos telefones 253 217 167 ou 253 203 500.

M/16 textos Rubem Fonseca | encenação António Augusto Barros | elenco Allex Miranda | António Jorge | Carlos Feio | Igor Lebreaud | Lina Nóbrega | Maria João Robalo | Mário Montenegro | Miguel Magalhães | Rogério Boane | Sílvia Brito | Solange Sá | figurinos Ana Rosa Assunção | desenho de luz Jorge Ribeiro | som Eduardo Gama

[Fotografia de O Buraco na parede © Mário Montenegro]

10/05/10

O Buraco na parede


Nunca pensei que um dia me pediriam para matar uma pessoa, mas isso aconteceu ontem. Até dois dias atrás eu alugava um cubículo num sobrado velho no centro da cidade, mas fui despejado de lá. Agora estou aqui na estação rodoviária, sentado num banco, fingindo que espero um ônibus.
Meu cubículo era um canto da sala onde os inquilinos viam televisão, isolado por um tabique de madeira envernizada de pouco mais de dois metros de altura. O pé direito da sala devia ter mais de quatro metros; um espaço grande entre o tabique e o teto permitia a entrada de ar mas também tornava possível a alguém, trepado numa cadeira, me espiar dormindo na cama estreita. [...]

Começa assim o conto O Buraco na parede de Rubem Fonseca. E começa com este conto o segundo espectáculo da trilogia Rubem Fonseca que A Escola da Noite e a Companhia de Teatro de Braga têm em cena. Pode ver o segundo espectáculo — 2Rubem — de 11 a 16 de Maio. Não perca!

[Igor Lebreaud foto Mário Montenegro]

Estreia 2RUBEM


Estreia amanha, terça, às 21h30, o segundo espectáculo da Trilogia 1José 2Rubem 3Fonseca que A Escola da Noite e a Companhia de Teatro de Braga estão a apresentar ao público no Theatro Circo.

Prossegue assim a exploração do universo literário do autor brasileiro, com a adaptação cénica de mais de duas dezenas dos seus contos, numa mostra propositadamente abrangente da sua vastíssima obra. Desta feita, em 2Rubem, as companhias propõem a apresentação de mais cinco narrativas, com os sugestivos títulos O Buraco na Parede, Caderninho de Nomes, Eu seria o homem mais feliz do mundo se pudesse passar uma noite com você, Copromancia e Soma zero.

Ao longo dos três espectáculos, esta co-produção entre as companhias de Coimbra e Braga destaca alguns dos mais distintivos traços da escrita de Rubem Fonseca – a violência latente, o desejo, a solidão e a dificuldade de comunicação com o outro que tantas vezes marcam a vida nas grandes cidades –, valorizando a sua mestria enquanto contador de histórias. Uma marca, aliás, que a transposição para os palcos concebida e dirigida por António Augusto Barros não pretende apagar. As soluções encontradas assentam na simplicidade do dispositivo cénico (comum aos três momentos da trilogia e enriquecido com o desenho de luz de Jorge Ribeiro) e apostam tudo no exigente e essencial trabalho dos 11 actores que interpretam as diversas personagens. A diversidade do elenco é, aliás, uma das principais mais-valias desta nova co-produção entre A Escola da Noite e a CTB.

2Rubem está em cena de 11 a 16 de Maio, às 21h30 (o espectáculo do dia 16 é às 16h), no Theatro Circo.

[Fotografia de Eu seria o homem mais feliz do mundo se pudesse passar uma noite com você © Mário Montenegro] 

08/05/10

Assista à Trilogia



CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA ASSISTIR À TRILOGIA

Preço normal por espectáculo: 10€
Preço para espectadores com desconto (estudantes, reformados, protocolos) — 5€ por espectáculo.
Compra de bilhete para os 3 espectáculos de uma só vez: 15€
Os descontos não são acumuláveis.

Terça a domingo, 21h30 (o espectáculo do dia 16 é às 16h).

3FONSECA  hoje e amanhã
2RUBEM  11 a 16 de Maio
1JOSÉ  18 a 22 de Maio


Espectáculos para maiores de 16 anos.

Informações e reservas pelo telefone 253 203 800.

07/05/10

Estreia amanhã: 3Fonseca



Agora você (ou José e os seus irmãos), Francisca, Mecanismos de defesa, Zezé, Passeio Noturno I, Sucesso, Ganhar o jogo, Orgulho, Vida, Entrevista e Um dia na vida de dois pactários são os textos do primeiro espectáculo da trilogia que estreia amanhã, às 21h30, no pequeno auditório Theatro Circo. Este espectáculo pode ser visto esta sábado e domingo. Nas próximas semanas estreiam “2Rubem” e “1José”, nos dias 11 e 18 de Maio.

[foto de ensaio © Augusto Baptista"]

05/05/10

Um bálsamo e um safanão


“Se o leitor português conhece A grande arte, Agosto ou Vastas emoções e pensamentos imperfeitos, do brasileiro Rubem Fonseca, este O buraco na parede já o tem conquistado. Mas, se não conhece, bem pode ser uma iniciação à excelente arte de contar de um dos maiores escritores de língua portuguesa da actualidade a quem o labéu de policial nunca pôde obrigar a descer um único degrau nos estatutos da literatura civilizada. Um bálsamo, por um lado. Um safanão, também.

Francisco José Viegas, in revista “Ler”, Inverno/96

O buraco na parede é uma obra-prima do conto, verdadeira síntese de arte de Rubem Fonseca” em que” (…) o essencial, se não for o aprofundamento notório do trabalho estilístico, com o registo acurado das variações da linguagem, do simples diálogo ao extenso monólogo, ou as situações excepcionais, ou o desencadeamento imprevisível dos factos, ou os desfechos desconcertantes, será a persistência da mais notável característica da ficção de Rubem Fonseca: dar a ver a cidade, a vida e a violência da cidade em cada pormenor de cada história. Como se cada conto fosse um outro buraco para espreitar a cidade.”

Abel Barros Baptista, in Público, 9.3.96

“Persistentemente, Rubem Fonseca considera, com excepcional ímpeto celebrante, a enumeração de processos ficcionais em que é sacrificada qualquer fácil solução estrutural e onde nos surge a turbulência de diversas propostas constitutivas da sua distinta narração.”

José Emílio-Nelson, in Jornal de Notícias, 30.5.95


[Foto: Rubem Fonseca © Abril Press]

03/05/10

Jung na Arte e na Cultura

De 6 a 8 do corrente vai ter lugar na Faculdade de Filosofia da Universidade Católica Portuguesa, em Braga, o I Congresso Internacional de Psicologia Analítica em Portugal – Jung na Arte e na Cultura.

A CTB vai participar com a Leitura da peça UM ÉDIPO/O Drama Ocultado de Armando Nascimento Rosa, no dia 06 pelas 15 horas. Participam nesta Leitura os seguintes actores: Ana Bustorff, Rui Madeira, Jaime Soares, André Laires e Mariana Coelho.

TRILOGIA 1JOSE 2RUBEM 3FONSECA


[Fotografias de Augusto Baptista]


A Companhia de Teatro de Braga e A Escola da Noite estreiam Trilogia 1José 2Rubem 3Fonseca, a partir de contos de Rubem Fonseca, nos próximos dias 8, 11 e 18 de Maio. A Trilogia sobe, agora, ao palco do pequeno auditório do Theatro Circo, em Braga, depois de apresentada no Teatro da Cerca de São Bernardo, em Coimbra.

Os espectáculos estão em cena de 8 a 22 de Maio, de terça a domingo, às 21h30 (o espectáculo do dia 16 é às 16h), de acordo com o seguinte calendário:

3Fonseca 8 e 9
2Rubem 11 a 16
1José 18 a 22 de Maio

Ao longo dos três espectáculos, esta co-produção entre as companhias de Braga e Coimbra destaca alguns dos mais distintivos traços da escrita de Rubem Fonseca – a violência latente, o desejo, a solidão e a dificuldade de comunicação com o outro que tantas vezes marcam a vida nas grandes cidades –, valorizando a sua mestria enquanto contador de histórias. Uma marca, aliás, que a transposição para os palcos concebida e dirigida por António Augusto Barros não pretende apagar. As soluções encontradas assentam na simplicidade do dispositivo cénico (comum aos três momentos da trilogia e enriquecido com o desenho de luz de Jorge Ribeiro) e apostam tudo no exigente e essencial trabalho dos 11 actores que interpretam as diversas personagens.

Rubem Fonseca nasceu em Minas Gerais em 1925, mas vive no Rio de Janeiro desde os oitos anos. O seu universo literário é fortemente marcado pelo quotidiano e pela violência latente das grandes cidades, num registo em que o humor, o humor negro, a trama de policial (e, a espaços, a escatologia) servem, afinal, a profunda humanidade das personagens que o habitam.

Este espectáculo é a segunda co-produção entre A Escola da Noite e a Companhia de Teatro de Braga, a primeira foi “Sabina Freire” de Manuel Teixeira Gomes, com encenação de Rui Madeira.


textos Rubem Fonseca | encenação António Augusto Barros | elenco Allex Miranda | António Jorge | Carlos Feio | Igor Lebreaud | Lina Nóbrega | Maria João Robalo | Mário Montenegro | Miguel Magalhães | Rogério Boane | Sílvia Brito | Solange Sá | figurinos Ana Rosa Assunção | desenho de luz Jorge Ribeiro | som Eduardo Gama | vídeo Luís Lopes | grafismo Ana Rosa Assunção | fotografia Augusto Baptista |


Bilhetes: Preço normal por espectáculo: 10€
Preço para espectadores com desconto (estudantes, reformados, protocolos) — 5€ por espectáculo.
Compra de bilhete para os 3 espectáculos de uma só vez: 15€
Os descontos não são acumuláveis.
M/16

30/04/10

Um olhar cinematográfico sobre o real



Foi em 2003 que o escritor brasileiro Rubem Fonseca ganhou o Prémio Luis de Camões, concedido anualmente pelos governos de Portugal e Brasil a autores de língua portuguesa. Um prémio de elevado prestígio que já laureou nomes como Miguel Torga, Vergílio Ferreira, José Saramago, Eduardo Lourenço, Sophia de Mello Breyner, António Lobo Antunes e recentemente Arménio Vieira, Rubem Fonseca é o sexto autor brasileiro a alcançar este feito, depois de Jorge Amado (1994) ou Autran Dourado (2000).

O júri, composto pelos portugueses Eduardo Prado Coelho e Isabel Pires de Lima, os brasileiros Zuenir Ventura e Heloísa Buarque de Hollanda, o moçambicano Artur dos Santos e o angolano Pepetela como presidente do júri – também ele vencedor em 1997 – justificaram a escolha de Rubem Fonseca afirmando que os seus contos “contemplam um experimentalismo exemplar com recurso a múltiplos registos oralizantes de linguagem e a um olhar cinematográfico sobre o real” e destacando ainda o olhar do autor sobre a questão social e os conflitos do quotidiano urbano.

(foto de José Henrique Fonseca)

28/04/10

Nova co-produção CTB e EN



Aproxima-se a estreia da Trilogia 1Jose 2Rubem 3Fonseca, a segunda co-produção da Companhia de Teatro de Braga com A Escola da Noite. Com encenação e dramaturgia de António Augusto Barros, a partir de textos de Rubem Fonseca, a trilogia subirá ao palco do Theatro Circo, em Braga, após ter sido apresentada no Teatro da Cerca de São Bernardo, em Coimbra.

26/04/10

TROILO E CRÉSSIDA



Troilo e Créssida
de William Shakespeare

29 de Abril a 16 de Maio*
Sala Principal do Teatro Municipal de Almada

Troilo e Créssida, de William Shakespeare, peça inédita em Portugal, estreia na próxima quinta-feira, 29 de Abril (21h30), no Teatro Municipal de Almada, numa co-produção Companhia de Teatro de Almada, CTB – Companhia de Teatro de Braga e ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve.

Dirigida por Joaquim Benite e José Martins, a peça de Shakespeare conta a história do amor arrebatado e trágico, vivido durante a guerra de Tróia, entre o herói Troilo - filho de Príamo, rei de Tróia - e a grega Créssida, que se revela uma heroína moderna ao enfrentar o seu destino e se adaptar corajosamente à condição de moeda de troca que lhe é imposta pelo Estado troiano.

Em Troilo e Créssida, os heróis mitológicos helenos, como Aquiles, Ulisses, Paris, Príamo, Agamémnon, Pátrocolo, Ájax, são tratados, na generalidade, como políticos hábeis e sem escrúpulos, ambiciosos e não preparados para a responsabilidade das funções que desempenham.

Considerado um texto menor ao longo de quase dois séculos – foi escrito no início do século XVII –, a peça, desprezada até finais do século XIX, impressionou grandes criadores contemporâneos pela crueza com que retrata o carácter duvidoso dos heróis da Guerra de Tróia, mais interessados na afirmação dos seus interesses mesquinhos e venais, do que num esforço colectivo de vitória. Paixões ocultas, combates à espada, jogos de pura intriga ou de desbragada comédia, enredam as personagens, que, embora provenham da tradição grega antiga e da literatura inglesa medieval, estão muito próximas da insegurança anti-heróica em que hoje vivemos, das estratégias com que tentamos sobreviver num mundo de enganos, de um genuíno apego à vida, menos preocupado com moralizações fáceis do que com a compreensão do tempo que nos coube.


Ficha técnica e artística:
Texto: William Shakespeare
Tradução: António Conde
Encenação: Joaquim Benite, José Martins
Assistente de Encenação: Rodrigo Francisco
Cenografia e Figurinos: Christian Rätz
Assistência de Cenografia e Figurinos: Joana Ferrão
Intérpretes: André Laires; Jaime Soares; Mónica Lara (actores da CTB); Alberto Quaresma, André Albuquerque, André Gomes, André Silva, Carlos Pereira, Carlos Santos, Celestino Silva, Ivo Alexandre, João Abel, Luís Vicente, Luzia Paramés, Manuel Mendonça, Maria Frade, Mário Spencer, Marques d’Arede, Miguel Martins, Tânia Silva


*Carreira de 29 de Abril a 16 de Maio. Dias 4 e 11 de Maio às 16h. Sessão extra dia 14 de Maio às 16h.


Digressão Nacional:
22 e 23 de Maio, Auditório Municipal de Lagoa
3, 4 e 5 de Junho, Theatro Circo, Braga

19/04/10

Inês de Castro, até ao fim do mundo


 

Inês de Castro, até ao fim do mundo...
pelo Grupo Dragão 7 (Brasil)

26 de Abril – 21h30
Theatro Circo


A Companhia de Teatro de Braga, em colaboração com o Theatro Circo e a Câmara Municipal de Braga apresentam Inês de Castro - até ao fim do mundo..., pela companhia brasileira Grupo Dragão 7. A trágica história de amor do par romântico mais célebre da cultura portuguesa, Dom Pedro I e Inês de Castro, sobe ao palco da sala principal do Theatro Circo, dia 26 de Abril (21h30).

Inspirado no livro “Mensagens de Inês de Castro”, de Chico Xavier e Caio Ramacciotti, o trabalho dramático fala de um amor que venceu os séculos saído de uma idade média, onde a paixão, morte, dor, ódio, poder, razões de Estado, loucura e beleza, que estão neste episódio da história, constituem afinal, o que é a essência da humanidade nos seus “sucessos” e “fracassos”.

Pedro I: Ralph Maizza
Inês de Castro: Letícia Bortoletto
Dom Dinis e Dom Afonso IV:Eduardo Chagas
Rainha de Aragão Isabel/Rainha Beatriz: Marli Bortoletto
Aia Ana: Beth Rizzo
Constança Manuel: Dulcinéia Dibo
D. Lopo Fernandes: Sergio Thalles
Diogo Lopes: Neviton de Freitas
Álvaro Gonçalves: Sergio Thalles
Pero Coelho: Alexandre Rabelo
Deus Chronus: James Silva

Concepção e Direcção: Creusa Borges | Assistente de Direcção: Romana Vasconcelos | Produção: Beth Rizzo | Assessoria de Imprensa: Paulo de Simone | Dramaturgia: Neviton de Freitas e Sergio Thalles | Adaptação livre do livro “Mensagens de Inês de Castro” de Francisco Cândido Xavier e Caio Ramacciotti |
Supervisão Ortográfica: Adriana Ramacciotti | Cenário e Iluminação: Fernando Vagner | Trilha Sonora: Neviton de Freitas e Creusa Borges | Sonoplastia: Marcos Dias Barros | Figurinos: Luísa Pinto | Costureiras: Judith, Alice e Vera | Espadas/Lutas Medievais: Marco Gimenez | Coreógrafo: Alexandre Arco e Flexa

Bilhetes: 10€ (desconto de 50%: estudantes, reformados e protocolos)
M/12